terça-feira, 10 de junho de 2025
Curiosidades 112
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
Uma fotografia, de vez em quando... (189)
quarta-feira, 18 de setembro de 2024
domingo, 1 de setembro de 2024
Apontamento 175: Democracia - Um desafio permanente
Estou convencida, olhando para a imagem de Friedrich Ebert, Presidente da República de Weimar (1919-1925), que, no dia de hoje, nos unia uma forte convicção de que a DEMOCRACIA é, apesar de tudo, um bem supremo, mas nunca uma conquista como dado adquirido.
Verifica-se hoje, pelas eleições nos Estados de Turíngia e Saxónia, antigos domínios pró-soviéticos do partido único SED, que os fantasmas antigos não dormem.
Post de HMJ
domingo, 9 de junho de 2024
Apontamento 170: Profunda repugnância
[Heinrich Heine - 1797-1856]
Nachtgedanken
(…)
Quando os ventos da Alemanha não correm de feição, como é o caso presente, lembro-me sempre do início dos versos de Heinrich Heine: [trad. livre: Quando penso na Alemanha durante a noite, então fico sem dormir ... ]
Ora, com problemas normais de insónias, é então esta noite que, por razões de peso, fico sem dormir.
Assistir, no ocaso da vida, a uma nova república de camisas castanhas, - i.e., e falando claro: uma quase República NAZI - não desejava, nem merecia.
Sem familiares na antiga RDA, nem aversão objectiva a Ossis, tenho vindo a reconhecer que os lutadores pela unificação da antiga RDA para com a BRD, pelos quais nutria um imenso respeito cívico, devem estar PROFUNDAMENTE desapontados e tristes. Onde estarão, o que pensam desta vergonha nacional ?
Valeu a pena o seu esforço ? Afinal, a gentinha rude, que na altura não se manifestava, devia é gostar da autoridade, do controlo policial e do sempre presente chefe do partido, e, sobretudo, das migalhas do orçamento da SED e, como diz um amigo meu, das bananas que vinham dos países amigos !
Tanta vergonha de ver uma Alemanha assim.
Um PAÍS DE CULTURA a ser entregue de novo a arruaceiros ?
Post de HMJ
domingo, 21 de janeiro de 2024
Apontamento 158: E que VIVA A DEMOCRACIA !
[remete-se para imagens em:https://www.ksta.de/?lightbox=true&id=723104]
Com um sentimento de enorme satisfação
tenho acompanhado as manifestações dos democratas da Alemanha contra o
avanço dos novos nazis, disfarçados de uma força política de direita, com
pretensos princípios de defesa da “pátria, do bem comum e das pessoas.” Os
incautos eleitores logo virão para onde a sua base do CAPITAL, escondido no porão, encaminhará o engano dos pretensos eleitores!
Congratulo-me, sobretudo, pela manifestação
da população – resistente – na antiga RDA, onde os fascistas da AFD (designação
escolhida por mim sem qualquer efeumismo) têm tido mais apoio. As razões irão ficar para
uma abordagem posterior, mas apraz-me registar, no dia de hoje, a postura cívica dos
manifestantes em cidades tidas como bastiões da AFD. Manifesto, vivamente, o meu apoio incondicional,
receando represálias ! A presença em massa dos meus cidadãos de Colónia enche-me, como seria de esperar, de orgulho.
Espero, igualmente, que uma
determinada imprensa enviesada, como por cá, comece a ter uma postura mais
consentânea com a defesa dos princípios democráticos e do respeito pela Constituição
do(s) País(es), informando com a devida isenção jornalística, em vez de “malhar”, constantemente, nos legítimos representantes
eleitos dos países, Alemanha e Portugal.
Aconselho a determinados
jornalistas uma mudança, de fundo, elevando o seu pensamento em vez de
vasculharem o lodo de AFD e apaniguados a propagandearem-se, como acontece por
cá, em defensores do POVO!
A defesa da DEMOCRACIA exige,
como se vê nos cartazes, da defesa, do empenho, da vigilância e do pensamento
CRÍTICO de TODOS.
Post de HMJ
quarta-feira, 17 de agosto de 2022
Filatelia CXLIX
sexta-feira, 24 de setembro de 2021
De "Os Pássaros" de Hitchcock, uma "remake" germânica
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Filatelia CXLIV
Nos últimos anos, em Portugal, foram desaparecendo uma grande quantidade de lojas filatélicas (Eládio, Santana, Afinsa...), acompanhando, de algum modo, o fecho de livrarias e estabelecimentos especializados, que foram sendo ultrapassadas pelo voraz comércio da blogosfera e quejandos. Os mais significativos estabelecimentos de venda de selos para colecção chegaram a editar revistas próprias, como por exemplo o Mercado Filatélico (Porto), com colaborações e trabalhos bem interessantes de filatelistas portugueses de reconhecido mérito e saber. A revista portuense, de que editamos em imagem 2 capas, publicou-se durante mais de 20 anos. Tinha uma tiragem de 3.000 exemplares, nos anos 70, e custava Esc. 25$00. Outros magazines temáticos foram surgindo, embora de menor qualidade e mais curta duração. Hoje, quase tudo desapareceu. E faz falta para um maior aprofundamento e conhecimento da filatelia nacional.
quarta-feira, 5 de maio de 2021
Uma fotografia, de vez em quando...(147)
Apesar do seu ar circunspecto e alheado, o fotógrafo alemão Friedrich Seidenstücker (1882-1966) era um homem com grande capacidade de observação e com um enorme sentido de humor. Gostava de apanhar os seus modelos desprevenidos e foi um cronista admirável do quotidiano de Berlim, sobretudo nos anos 20 e 30 do século passado. Estes apanhados de gente e animais a dormir ilustram bem a originalidade da sua obra.
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Uma fotografia, de vez em quando... (146)
O lado insólito ou a originalidade do enquadramento, são apenas dois dos elementos que nos fazem demorar o olhar e admirar melhor uma fotografia. O fotógrafo alemão Kurt Hutton (1893-1960), em 1934, trocou a Alemanha pela Inglaterra, onde viria a ter um papel importante como pioneiro do fotojornalismo, tendo colaborado, inicialmente, na revista Weekly Illustrated.
Viria, mais tarde, a lançar a Picture Post (1938-1957), publicação que teve grande sucesso e ombreou, em rivalidade, com a Life norte-americana. A naturalidade dos seus retratos (Churchill, Hitchcock, Ingrid Bergman...) e cenas quotidianas fixando, com realismo, a vida inglesa, justificam plenamente que Hutton esteja representado na Tate
terça-feira, 23 de março de 2021
Divagações 169
Não me tem sido fácil, nem excessivamente simpática esta leitura muito intermitente, que vou levando desde 2017 (ver: Arpose, 15/1/2017), da biografia de Bismarck (1815-1898), escrita por Emil Ludwig (1881-1948) e traduzida para a Payot (Paris) por A. Lecourt, em 1929. Vou a pouco menos de metade das suas cerca de 590 páginas, mas não consigo explicar nem o ritmo arrastado nem a morosidade no avanço do livro. Sou capaz é de entender por que não desisto de o ler. É que, de vez em quando, aparecem umas pérolas, umas ironias ou reflexões soberbas que me encantam pela concisão e, ao mesmo tempo, pela ampla sugestão que permitem. Como esta que me surgiu no início do capítulo VIII (pg. 251) e que passo a traduzir:
Por volta da idade de sessenta e cinco anos, Bismarck o Prussiano começou a tornar-se um Alemão.
sábado, 8 de agosto de 2020
Filatelia CXXXVIII
Mas há um caso singular que se passou na Alemanha. Que, com outros profissionais de cinema representados, os correios germânicos quiseram celebrar, também, numa série de 2001, a conhecida actriz Audrey Hepburn (1929-1993).
Ora acontece que, de Audrey, constava a imagem em que ela aparecia no filme Breakfast at Tiffany's, baseado numa novela de Truman Capote, com uma longuíssima e elegante boquilha, a fumar. E logo as puritanas e politicamente correctas boas almas alemãs se insurgiram contra o despautério tabagista. Reclamando para os correios.
Que, respeitadores e obrigados, retiraram o selo de venda e circulação, como bons seguidores da ordem e moral públicas.
Só que, no entretanto, tinham-se já vendido 5 estampilhas com esse motivo e o selo tornou-se uma raridade. Há poucos anos atrás, um exemplar usado foi vendido, em leilão, por 135.000 euros!... Até parece que o crime compensa.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Lang e Tati
Foram quase duas horas luxemburguesas de cidade de província, com todos os aconchegos felizes, essas que nos repousaram e robusteceram de esperança, humanidade e fé nos outros, enquanto esperávamos o avião que nos traria de novo para Portugal. A destoar, apenas um bando de jovens africanos, acantonados em local à parte, que pareciam esperar a deportação - mas o mundo não é perfeito, já o sabíamos.
domingo, 17 de novembro de 2019
Do que fui lendo por aí... 33
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Osmose 111
Europeu ocidental de alma e coração, e sem desejo doutras pátrias de afeição, restam-me Londres, Kew Gardens e Greenwich, por onde andei cerca de mês e meio, em seis anos distintos. Inglaterra, portanto. E, finalmente, a Alemanha, ocidental claro, que me acolheu bem perto de dois anos espaçados, por entre 1963 e 2018 - campeã das minhas permanências estrangeiras.
Se usasse de ufania, bem poderia dizer que tive a alma em pedaços pela Europa repartida, como do Mundo se gabava o nosso Vate maior...
sexta-feira, 12 de julho de 2019
Panteísmo e política, uma miscelânea a despropósito
Mas passemos a outro assunto, em sequência.
Tenho para mim, embora sem fundamentos de absoluto rigor, que o panteísmo teve, desde há muito, como pioneiros europeus e terrenos de eleição a Grã-Bretanha e os Antigos Estados Alemães. A mera agricultura e subsistência subiu neles cedo à prática idealista de uma filosofia e de uma exigência de vida e respeito pela Natureza. Adiante.
E, embora essas aves tenham associada uma certa má fama de ladras e destruidoras de ninhos e ovos alheios, logo a recolheu caridosamente e a levou para casa, onde já tinha duas pombas. Uma de asa quebrada, outra, de pata partida, assim fazendo jus ao intrínseco sentimento panteísta dos lídimos alemães. Só que agora tem um trabalho acrescido todas as duas horas, porque as pegas são muito vorazes e esta está a crescer (normalmente, chegam ao comprimento de cerca de 45 centímetros). E a nossa amiga, pontualmente, tem que lhe dar de comer ou ela reclama, de forma estridente...
segunda-feira, 17 de junho de 2019
terça-feira, 11 de junho de 2019
Filatelia CXXX
O exemplar, em leilão, será, com certeza, o que pertenceu à mítica colecção do grande filatelista Alfred Caspari (1877-1955). Tendo sido comprado, na altura, por 85.000 francos suiços. Neste leilão de Junho de 2019, o exemplar em carta circulada tem uma base estimada inicial de venda de 1.026.000,00 euros.
Abaixo pode ver-se a imagem do selo normal de Baden, da taxa de 9 kreuzer, em rosa, que pertence à minha colecção de selos, e que tem um valor de catálogo entre 35 e 225 euros, apenas.
terça-feira, 28 de maio de 2019
Josefa de Óbidos
Será que, por graça da Cultura, alguém português se fará representar em Bona, no leilão, com alguns cobres disponíveis?
Oxalá.