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terça-feira, 10 de junho de 2025

Curiosidades 112

 

Em imagem, dois livros estrangeiros que vieram de longe e que têm em comum o facto de eu nunca os ter lido completamente. Acompanham-me desde 1963. Se a obra de teatro de Brecht (1898-1956) me foi oferecida, o calhamaço (1.600 páginas) do historiador e jornalista Shirer (1904-1993) comprei-o em Paris, em Setembro desse ano, por 11,35 francos  franceses. Julgo que ainda é considerado um clássico para a história do nazismo.
Por várias razões subjectivas tenho-os em particular estima.

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Uma fotografia, de vez em quando... (189)

 

Manhã cedo, Merkenich com diáfana neblina junto ao Reno, dois vagos cães, à esquerda, e a que falta a cuidadora. Ao longe, a igreja de Sankt Brictius, predominante.

domingo, 1 de setembro de 2024

Apontamento 175: Democracia - Um desafio permanente

 

Estou convencida, olhando para a imagem de Friedrich Ebert, Presidente da República de Weimar (1919-1925), que, no dia de hoje, nos unia uma forte convicção de que a DEMOCRACIA é, apesar de tudo, um bem supremo, mas nunca uma conquista como dado adquirido.

Verifica-se hoje, pelas eleições nos Estados de Turíngia e Saxónia, antigos domínios pró-soviéticos do partido único SED, que os fantasmas antigos não dormem.

Post de HMJ

domingo, 9 de junho de 2024

Apontamento 170: Profunda repugnância

 

                                                            [Heinrich Heine - 1797-1856]

 

Nachtgedanken

Denk ich an Deutschland in der Nacht,
Dann bin ich um den Schlaf gebracht,
Ich kann nicht mehr die Augen schließen,
Und meine heißen Tränen fließen.

(…)

Quando os ventos da Alemanha não correm de feição, como é o caso presente, lembro-me sempre do início dos versos de Heinrich Heine: [trad. livre: Quando penso na Alemanha durante a noite, então fico sem dormir ... ]

Ora, com problemas normais de insónias, é então esta noite que, por razões de peso, fico sem dormir.

Assistir, no ocaso da vida, a uma nova república de camisas castanhas, - i.e., e falando claro: uma quase República  NAZI - não desejava, nem merecia. 

Sem familiares na antiga RDA, nem aversão objectiva a Ossis, tenho vindo a reconhecer que os lutadores pela unificação da antiga RDA para com a BRD, pelos quais nutria um imenso respeito cívico,  devem estar PROFUNDAMENTE desapontados e tristes. Onde estarão, o que pensam desta vergonha nacional ?

Valeu a pena o seu esforço ? Afinal, a gentinha rude, que na altura não se manifestava, devia é gostar da autoridade, do controlo policial e do sempre presente chefe do partido, e, sobretudo, das migalhas do orçamento da SED e, como diz um amigo meu, das bananas que vinham dos países amigos !

Tanta vergonha de ver uma Alemanha assim.

Um PAÍS DE CULTURA a ser entregue de novo a arruaceiros ? 

Post de HMJ

domingo, 21 de janeiro de 2024

Apontamento 158: E que VIVA A DEMOCRACIA !


["Os meus avós têm 94 e 86 anos, estou cá também por eles... Ainda bem !

[remete-se para imagens em:https://www.ksta.de/?lightbox=true&id=723104]

Com um sentimento de enorme satisfação tenho acompanhado as manifestações dos democratas da Alemanha contra o avanço dos novos nazis, disfarçados de uma força política de direita, com pretensos princípios de defesa da “pátria, do bem comum e das pessoas.” Os incautos eleitores logo virão para onde a sua base do CAPITAL, escondido no porão, encaminhará o engano dos pretensos eleitores!

Congratulo-me, sobretudo, pela manifestação da população – resistente – na antiga RDA, onde os fascistas da AFD (designação escolhida por mim sem qualquer efeumismo) têm tido mais apoio. As razões irão ficar para uma abordagem posterior, mas apraz-me registar, no dia de hoje, a postura cívica dos manifestantes em cidades tidas como bastiões da AFD. Manifesto, vivamente, o meu apoio incondicional, receando represálias ! A presença em massa dos meus cidadãos de Colónia enche-me, como seria de esperar, de orgulho.

Espero, igualmente, que uma determinada imprensa enviesada, como por cá, comece a ter uma postura mais consentânea com a defesa dos princípios democráticos e do respeito pela Constituição do(s) País(es), informando com a devida isenção jornalística, em vez de “malhar”, constantemente, nos legítimos representantes eleitos dos países, Alemanha e Portugal.

Aconselho a determinados jornalistas uma mudança, de fundo, elevando o seu pensamento em vez de vasculharem o lodo de AFD e apaniguados a propagandearem-se, como acontece por cá, em defensores do POVO!

A defesa da DEMOCRACIA exige, como se vê nos cartazes, da defesa, do empenho, da vigilância e do pensamento CRÍTICO de TODOS.

Post de HMJ


 

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Filatelia CXLIX



Não é todos os dias que recebemos uma remessa desta dimensão (em imagem fica apenas uma parte) composta por selos para a minha colecção. Maioritariamente da Alemanha, há também selos usados da Áustria, Eslovénia, Estados Unidos, França, Portugal... Agora, há que metê-los na água morna, para descolar, com 3 ou 4 pedras de sal, para não desbotarem as cores. Depois, secar e arrumar. 
Grato reconhecimento a R. J., que teve a lembrança e os enviou!

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

De "Os Pássaros" de Hitchcock, uma "remake" germânica



Expansivos, estridentes e impertinentes, os asiáticos Papagaios Alexandre (Alexandersittiche) que, dado o tamanho, mais parecem periquitos, conseguiram também espalhar-se pela Europa, devido à sua resistência e capacidade de adaptação. Em Lisboa, podemos vê-los no Parque Bensaúde (Estrada da Luz) e em Campo de Ourique. Haverá porventura outras colónias destas aves, em Portugal.
Na Alemanha, há vários grupos residentes, pelo menos na Renânia-Vestefália. Estes, da foto, resolveram apoiar (ou atacar?) a chanceler Merkel, num dos últimos comícios de propaganda da CDU, para as eleições legislativas. Eles lá sabem...

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Filatelia CXLIV



Nos últimos anos, em Portugal, foram desaparecendo uma grande quantidade de lojas filatélicas (Eládio, Santana, Afinsa...), acompanhando, de algum modo, o fecho de livrarias e estabelecimentos especializados, que foram sendo ultrapassadas pelo voraz comércio da blogosfera e quejandos. Os mais significativos estabelecimentos de venda de selos para colecção chegaram a editar revistas próprias, como por exemplo o Mercado Filatélico (Porto), com colaborações e trabalhos bem interessantes de filatelistas portugueses de reconhecido mérito e saber. A revista portuense, de que editamos em imagem 2 capas, publicou-se durante mais de 20 anos. Tinha uma tiragem de 3.000 exemplares, nos anos 70, e custava Esc. 25$00. Outros magazines temáticos foram  surgindo, embora de menor qualidade e mais curta duração. Hoje, quase tudo desapareceu. E faz falta para um maior aprofundamento e conhecimento da filatelia nacional.





Lá fora, estas publicações, muitas delas já antigas e de grande qualidade, continuam a publicar-se. A mais importante que conheço dá pelo nome de Stamp Monthly e é pertença da célebre casa filatélica inglesa Stanley Gibbons (Strand, Londres). A publicação, favorecendo naturalmente os estudos sobre selos do Reino Unido e da Commonwealth, aborda também a filatelia estrangeira, como é o caso anunciado nesta capa, com um trabalho notável sobre os clássicos da Dinamarca.





Na iconografia deste poste deixamos também imagens de capas de mais duas revistas filatélicas de boa qualidade que são editadas, entre muitas outras publicações, na França e na Alemanha.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Uma fotografia, de vez em quando...(147)



Apesar do seu ar circunspecto e alheado, o fotógrafo alemão Friedrich Seidenstücker (1882-1966) era um homem com grande capacidade de observação e com um enorme sentido de humor. Gostava de apanhar os seus modelos desprevenidos e foi um cronista admirável do quotidiano de Berlim, sobretudo nos anos 20 e 30 do século passado. Estes apanhados de gente e animais a dormir ilustram bem a originalidade da sua obra. 





quinta-feira, 8 de abril de 2021

Uma fotografia, de vez em quando... (146)


O lado insólito ou a originalidade do enquadramento, são apenas dois dos elementos que nos fazem demorar o olhar e admirar melhor uma fotografia. O fotógrafo alemão Kurt Hutton (1893-1960), em 1934, trocou a Alemanha pela Inglaterra, onde viria a ter um papel importante como pioneiro do fotojornalismo, tendo colaborado, inicialmente, na revista Weekly Illustrated.





Viria, mais tarde, a lançar a Picture Post (1938-1957), publicação que teve grande sucesso e ombreou, em rivalidade, com a Life norte-americana. A naturalidade dos seus retratos (Churchill, Hitchcock, Ingrid Bergman...) e cenas quotidianas fixando, com realismo, a vida inglesa, justificam plenamente que Hutton esteja representado na Tate




terça-feira, 23 de março de 2021

Divagações 169


Não me tem sido fácil, nem excessivamente simpática esta leitura muito intermitente, que vou levando desde 2017 (ver: Arpose, 15/1/2017), da biografia de Bismarck (1815-1898), escrita por Emil Ludwig (1881-1948) e traduzida para a Payot (Paris) por A. Lecourt, em 1929. Vou a pouco menos de metade das suas cerca de 590 páginas, mas não consigo explicar nem o ritmo arrastado nem a morosidade no avanço do livro. Sou capaz é de entender por que não desisto de o ler. É que, de vez em quando, aparecem umas pérolas, umas ironias ou reflexões soberbas que me encantam pela concisão e, ao mesmo tempo, pela ampla sugestão que permitem. Como esta que me surgiu no início do capítulo VIII (pg. 251) e que passo a traduzir:

Por volta da idade de sessenta e cinco anos, Bismarck o Prussiano começou a tornar-se um Alemão.

sábado, 8 de agosto de 2020

Filatelia CXXXVIII


No último epsódio da série Columbo, que a televisão está a retransmitir através da RTP-Memória, alguém perguntava a alguém se sabia qual era a primeira actriz de cinema que aparecera em selos do correio. E esse alguém, no episódio, respondia que fora Grace Kelly (1929-1982).
Claro que não fora como actriz, mas sim como princesa do Mónaco, ao casar-se com Rainier, em 1956, que Grace ganhara o privilégio de constar  na filatelia monegasca. Muita água passou depois sob as pontes, e as actrizes e actores passaram a aparecer, depois de mortos, naturalmente, nos selos de vários países. Na Inglaterra, França, E. U. A., Portugal, entre tantos outros.



Mas há um caso singular que se passou na Alemanha. Que, com outros profissionais de cinema representados, os correios germânicos quiseram celebrar, também, numa série de 2001, a conhecida actriz Audrey Hepburn (1929-1993).
Ora acontece que, de Audrey, constava a imagem em que ela aparecia no filme Breakfast at Tiffany's, baseado numa novela de Truman Capote, com uma longuíssima e elegante boquilha, a fumar. E logo as puritanas e politicamente correctas boas almas alemãs se insurgiram contra o despautério tabagista. Reclamando para os correios.
Que, respeitadores e obrigados, retiraram o selo de venda e circulação, como bons seguidores da ordem e moral públicas.
Só que, no entretanto, tinham-se já vendido 5 estampilhas com esse motivo e o selo tornou-se uma raridade. Há poucos anos atrás, um exemplar usado foi vendido, em leilão, por 135.000 euros!...  Até parece que o crime compensa.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Lang e Tati


A meio termo entre Metropolis (1927), de F. Lang, e Há Festa na Aldeia (1951), de J. Tati, ficaria talvez a Aldeia da Roupa Branca (1939), de Chianca e Beatriz, que poderia ser o aeroporto Sá Carneiro, no Porto, por onde também passámos, antes de regressarmos a Lisboa, provenientes, desta vez, do Luxemburgo.
O aeroporto da capital do Grão-Ducado reconciliou-me com o mundo das viagens aéreas, pela sua pacatez e dimensão humana, pelo seu serviço simpático. Sobretudo, depois de passar pelo inferno sofisticado e kitsch de Frankfurt, que me lembrou Fritz Lang ou, à volta, pela canhestrice lusitana mal-educada e parola das tias tripeiras da TAP-Porto, no check-in.
Foram quase duas horas luxemburguesas de cidade de província, com todos os aconchegos felizes, essas que nos repousaram e robusteceram de esperança, humanidade e fé nos outros, enquanto esperávamos o avião que nos traria de novo para Portugal. A destoar, apenas um bando de jovens africanos, acantonados em local à parte, que pareciam esperar a deportação - mas o mundo não é perfeito, já o sabíamos.

domingo, 17 de novembro de 2019

Do que fui lendo por aí... 33


... No período de ouro do «milagre económico alemão», nos finais dos anos sessenta, na estação de Colónia, os alemães recebiam eufóricos o imigrante «um milhão», que aconteceu ser um português do Algarve, baixinho de estatura, tímido, e que, sem compreender uma palavra daqueles que o saudavam, agradecidos por ele ter chegado para a construção da Deutscher Wunder, recebia como prémio uma motocicleta e um ramo de flores. Um documentário daquela época mostra esse dia na estação de Colónia, era Outono, estava frio, e o presidente do patronato alemão cumprimenta aquele Gastarbeiter, cuja tradução mais precisa é «trabalhador convidado». ...

Luis Sepúlveda (1949), in Crónicas do Sul (pgs. 45/6).

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Osmose 111


Claro que posso dizer: vivo há 45 anos em Lisboa. Mas é falso ou, pelo menos, não é exacto. Quantos dias que, somados, fariam anos, passei por outras terras portuguesas, para além dos muito mais de 17 anos que vivi em Guimarães? E pela vizinha Espanha, por onde me iniciei em tenra meninice, devo ter, bem à vontade, aí 2 meses de permanência, feitas as contas de somar. Pouco mais ou pouco menos, deve seguir-se a Bélgica, que ultrapassa largamente Paris de França onde me aboletei cerca de uma semana, bem cara por sinal, aos preços da época. De Luxemburgo foi apenas um vol d'oiseau, menos ainda do que as horas que passei na e pela Holanda.
Europeu ocidental de alma e coração, e sem desejo doutras pátrias de afeição, restam-me Londres, Kew Gardens e Greenwich, por onde andei cerca de mês e meio, em seis anos distintos. Inglaterra, portanto. E, finalmente, a Alemanha, ocidental claro, que me acolheu bem perto de dois anos espaçados, por entre 1963 e 2018 - campeã das minhas permanências estrangeiras.
Se usasse de ufania, bem poderia dizer que tive a alma em pedaços pela Europa repartida, como do Mundo se gabava o nosso Vate maior...

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Panteísmo e política, uma miscelânea a despropósito


Anda por aí um partido, sem ideologia que eu saiba, oportunista e vago de ideais, mas que aproveitou bem o nicho português da causa, que estava vago, para conquistar terreno e eleitores nessa amálgama  de gente lusa que faz manifestações por tudo e por nada e segue, fanaticamente, aquela adolescente sueca e autista, que é filha de boas famílias e se arrisca, com grandes probabilidades, ao Nobel da Paz (depois de Dylan, na Literatura, o que é que poderemos esperar?).
Bem fez o nosso simpático e realista Jerónimo que pôs Os Verdes com dono e a render, ao empurrar a estridente Heloísa para a difícil conquista de Leiria, nas próximas legislativas. Esse partido, pioneiro em terras lusas, nunca foi capaz de ganhar espaço nem implantar bandeira efectiva nas questões do Ambiente. Veio assim um Silva de nenhures, um pouco bronco e limitado no pensamento, primário e populista nos discursos, a ocupar o  terreno vago, com a sua tenda de acampamento verde. Burro não é ele, mas gosta de animais.
Embora, se calhar, nunca tivesse lido Baruch Spinoza, nem seja particularmente panteísta...
Mas passemos a outro assunto, em sequência.
Tenho para mim, embora sem fundamentos de absoluto rigor, que o panteísmo teve, desde há muito, como pioneiros europeus e terrenos de eleição a Grã-Bretanha e os Antigos Estados Alemães. A mera agricultura e subsistência subiu neles cedo à prática idealista de uma filosofia e de uma exigência de vida e respeito pela Natureza. Adiante.


Ora, uma nossa amiga, que vive numa pequena aldeia nas proximidades de Colónia, encontrou na rua, quase ainda implume e caída do ninho, uma pequena pega (-rabuda? pernilonga?) piando, abandonada.
E, embora essas aves tenham associada uma certa má fama de ladras e destruidoras de ninhos e ovos alheios, logo a recolheu caridosamente e a levou para casa, onde já tinha duas pombas. Uma de asa quebrada, outra, de pata partida, assim fazendo jus ao intrínseco sentimento panteísta dos lídimos alemães. Só que agora tem um trabalho acrescido todas as duas horas, porque as pegas são muito vorazes e esta está a crescer (normalmente, chegam ao comprimento de cerca de 45 centímetros). E a nossa amiga, pontualmente, tem que lhe dar de comer ou ela reclama, de forma estridente...



terça-feira, 11 de junho de 2019

Filatelia CXXX


Foi há dias a leilão, neste mês de Junho de 2019, em Wiesbaden (Alemanha), promovido pela empresa filatélica Heinrich Köhler, uma primeira parte da valiosa colecção de selos de Erivan Haub (1932-2018). Que incluía um raríssimo selo do antigo estado alemão de Baden, dos 3 únicos exemplares conhecidos existentes. De todos, o mais valioso por se encontrar em carta circulada.


Trata-se de um erro. O selo de 9 Kreuzer, normal, era na cor rosa, enquanto esta variedade do selo, por engano, foi impressa, em 1852, numa folha verde azul que estava atribuída à franquia de 6 Kreuzer. Provavelmente o artífice-impressor virou a chapa ao contrário (9 pelo algarismo 6), ao proceder à impressão do selo não denteado.
O exemplar, em leilão, será, com certeza, o que pertenceu à mítica colecção do grande filatelista Alfred Caspari (1877-1955). Tendo sido comprado, na altura, por 85.000 francos suiços. Neste leilão de Junho de 2019, o exemplar em carta circulada tem uma base estimada inicial de venda de 1.026.000,00 euros.
Abaixo pode ver-se a imagem do selo normal de Baden, da taxa de 9 kreuzer, em rosa, que pertence à minha colecção de selos, e que tem um valor de catálogo entre 35 e 225 euros, apenas.



terça-feira, 28 de maio de 2019

Josefa de Óbidos


Segundo noticia o jornal Público, é já no próximo dia 1 de Junho que, em Bona (Alemanha), irá à praça, na casa leiloeira Plückbaum, uma pintura pouco conhecida de Josefa de Óbidos (1630-1684), com uma base de licitação de 25.000 euros (cerca de 0,005%  do orçamento português para a Cultura, em 2019).
Pintada em cobre, a obra tem o tamanho de uma folha A4, está assinada e datada (1667), e representa a Virgem e o Menino, num grupo de 3 mulheres e 2 crianças. A pintura integra ainda um pequeno espaço de natureza morta decorativa, no fundo à direita, com frutos.
Será que, por graça da Cultura, alguém português se fará representar em Bona, no leilão, com alguns cobres disponíveis?
Oxalá.