De Aldo Sessa, fotógrafo argentino bem conceituado, pouco mais apurei, para além do facto de ter nascido em 1939. Mas é notória, na sua obra, a referência continuada aos símbolos e costumes do seu próprio país. Enquadrados numa perpectiva estética de bom gosto original.
No entanto, no seu percurso de incansável viajante, não esqueceu os aspectos da arquitectura, mais genuínos, dos países por onde andou. Permitindo-se também cíclicas derivas para a fotografia abstracta e a natureza morta, que este instantâneo de 1998 ilustra bem.
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