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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O Albert Hall visto por dentro e pelo olhar de Hitchcock


Embora de muito fraca qualidade, aqui fica o vídeo com as cenas finais do filme "The Man who knew too much" (1956), de Alfred Hitchcock, com interpretações de James Stewart e Doris Day, que nele popularizou a célebre canção "Che sera, sera". A música tocada no Albert Hall, em crescendo, que iria abafar o ruído do tiro do atentado, é de Bernard Herrman. As vozes são do coro do Covent Garden.

Curiosidades 37


Não tendo a imponência nem a singular arquitectura do Taj Mahal (1648), da Índia, o Albert Hall (1871), em South Kensington (Londres), teve origem num mesmo motivo afectivo. Se Shah Jahan quis perpetuar a memória da sua terceira esposa (Mumtaz Mahal), através de um grandioso monumento funerário, a rainha Victoria pretendia que o seu consorte Albert também fosse lembrado pelos vindouros, através dessa grande sala de espectáculos londrina.
De início, projectado para ser de estilo neo-gótico, por pressão do primeiro-ministro Palmerston, o arquitecto Gilbert Scott (e Francis Fowke) acabou por lhe dar uns retoques neo-renascentistas e, nessa nova feição, foi inaugurado pela rainha Victoria. Com os seus 5.272 lugares, desde 1941 que aí se realizam os conhecidos Proms britânicos, todos os anos.
Lá filmou Hitchcock as cenas finais do filme "The Man who knew too much" (1956) e The Beatles a ele se referem, na inesquecível canção "A day in the life" (1967): "...now they know how many holes it takes to fill the Albert Hall"..."

terça-feira, 29 de março de 2011

Música e Poesia XXXIV : The Beatles

"A day in the life", de The Beatles, vai sob esta rubrica por várias razões, talvez subjectivas e pessoais. Mas também por uma causa objectiva: o Albert Hall foi inaugurado, exactamente, há 140 anos, em Londres, pela raínha Victória. É uma grande sala de espectáculos, com uma arquitectura curiosa. E The Beatles falam dela, nesta canção, quase no final.