Mostrar mensagens com a etiqueta Alécio de Andrade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alécio de Andrade. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Uma fotografia, de vez em quando... (155)



Não tendo tido a projecção e divulgação de Sebastião Salgado (1944), sobretudo pela multiplicidade dos temas que este foi abordando, o fotógrafo Alécio de Andrade (1938-2003) pode e deve ser considerado um dos grandes artífices da fotografia no Brasil. Dotado de uma sensibilidade polifacetada, formado em Direito e tendo publicado livros de poesia, alguns dos quais premiados, a partir de 1961 dedicou-se principalmente à fotografia.




Fixou-se em Paris a partir de 1964 e integrou a Agência Magnum nos anos 70. Colaborou na revista Elle e em Le Nouvel Observateur. Reconhecidamente considerado um talentoso retratista, deixou-nos impressivos retratos de Alfred Brendel, Dalí, Drummond, Vieira da Silva e Sviatoslav Richter. Curiosa também a sua experiência, depois  publicada em livro, de ter fixado em instantâneos notáveis a reacção, no Museu do Louvre, dos visitantes perante algumas obras de arte.




sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Richter sobre os E. U. A.

 

Em entrevista, tendo sido perguntado ao pianista russo Sviatoslav Richter (1915-1997) por que não ia aos EUA, ele terá respondido:

"As únicas coisas boas na América são os museus, os coquetéis, as orquestras e os filmes... Além disso, teria de voar até lá, e eu não gosto de andar de avião... e então o horrível Inglês que eles falam por lá, detestável."

sábado, 4 de julho de 2020

Um CD por mês (15)


O meu gosto por Brahms veio antes dos 20 anos, com as Danças Húngaras, mas abrandou depois. Schumann veio muito mais tarde, mas o gosto tem-se mantido fiel e atento. Talvez até acrescido.
Quanto a executantes, se Brendel foi um coup de foudre, Gould e Richter mantive-os à distância, o primeiro pela velocidade rítmica, o segundo pela força dos dedos (excessiva?) sobre as teclas do piano. Até que falei com um pianista (desactivado, profissionalmente, por questões de saúde) que me explicou algumas coisas...


Depois, estas versões autorizadas da Philips são obra de respeito e qualidade. Este conjunto de 3 CD foi editado no ano de 1994, na Alemanha.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010