Pobrezinho, embora no agrado de muitos, nos dicionários é definido, de forma quase abstracta ou científica (?), como uma crucífera herbácea, o agrião era presença frequente na minha mesa infanto-juvenil vimaranense. Trazia-o de fora, talvez das margens do rio Selho, uma mulher descalça que o vendia, barato. Retomei-lhe agora o gosto, recentemente, com um sabor ligeiramente picante e estranho em vegetais de origem europeia. Para que conste, acompanhou, bem e à maneira em salada, umas iscas de cabrito fritas, à moda renana, com cebola e maçã reineta. E um Cabernet Sauvignon, monocasta, da Casa Santos Lima fez-lhes boa companhia.
Bom final de tarde!
Há 3 horas