Se um livro pode valer uma vida (assim Il gattopardo, por Lampedusa), também para recordar Agnès Varda (1928-2019), falecida ontem, me basta lembrar Cléo de 5 a 7 (1962).
Por isso é dessa época o retrato dela que preferi usar. Em vez de lhe chamar avó da Nouvelle Vague.