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quarta-feira, 14 de junho de 2023

Uma adivinha, para variar


A perspectiva, este ano, é muito optimista, porque as nossas duas oliveirinhas de varanda prometem uma safra generosa e memorável pela amostra, e se não houver algum cataclismo atmosférico. Darei conta oportunamente dos resultados finais.



Entretanto lembrei-me de uma adivinha curiosa referida por José Daniel Rodrigues da Costa (1757-1832) num dos seus folhetos. Assim:

Tenho uma vida de escrava,
com cativeiro tão mau,
que, sem eu fazer delito,
me mandam correr a pau.

Pelos tratos que me fazem,
nunca velha venho a ser:
Meu senhor se alegra muito
de ver meu sangue correr.

Acabo martirizada,
mas em boa opinião;
meu sangue é útil, e às vezes
tem muita veneração.

Escusado seria dizer que a solução da adivinha é a azeitona.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Ora, adivinhem lá...

 

Sempre que vejo a imagem matreira do pimp criador do Facebook, o seu rosto faz-me lembrar, pelas feições toscas, mal paridas e mal ajustadas, o monstro Frankenstein da ficção. Não fora tão inchada, esta imagem, acima, de uma raiz de vegetal poderia aparentar-se com a caricatura do multimilionário marcano e chupista...
Sabem de que vegetal se trata?

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

De que cor era o cavalo branco de Napoleão?


O título deste poste era a pergunta retórica de uma adivinha ingénua da minha meninice.
Em relação a Napoleão, dizem as crónicas, que o seu guarda-roupa, em 1811, não era muito avantajado: 2 robes, nove casacos, 4 chapéus... Mas com características tão próprias que, no meio de gente bem vestida, logo se reconhecia o Imperador dos franceses, pela singularidade da sua indumentária.
O bicórnio, em imagem, terá sido utilizado por Napoleão, na batalha de Marengo (1800). Bem conservado, irá à praça, no próximo dia 15 de Novembro, em Fontainebleau, com mais quase 1.000 objectos de temática napoleónica. Prevêem-se grandes disputas e altas licitações: o mito continua...

sábado, 23 de agosto de 2014

Retratos 13


Contentam-se com pouco, embora não dispensem roupa de marca e a última tecnologia. Lêem à pressa, normalmente muito mal e com extrema dificuldade e tédio. Ficam pasmados e de boca aberta, diante de uma imagem mais insólita ou espectacular (para eles...), que registam logo para sua memória (?) futura.
Correm apressados, não sabendo muito bem para onde. São obesos, se não de corpo, pelo menos de espírito. Passam a vida sentados e são devotos, inconscientemente, da fast food. Não fazem comentários nos blogues, porque mal sabem escrever, embora grunham, no feicebuque e nos linquedins, sílabas rasteiras, que os outros semelhantes vão entendendo, à superfície do nada. Não pensam muito, porque isso os cansa, excessivamente. As mães, hipocondríacas, sempre que podem, delapidam o orçamento em revistas róseas e raspadinhas. Mas eles, nem dão por isso. O seu mundo é o seu quarto. E babam-se por imagens escatológicas, que reproduzem até à exaustão (talvez porque achem moderno e de bom tom). Reúnem-se, às vezes, aos magotes, para se conhecerem, em centros comerciais, sem motivo nenhum, para conversa sem jeito, como animais selvagens, em volta de um pequeno charco ou grande lago, pela sede grande de alguma coisa distante e longínqua, de que desconhecem os contornos. Têm uma religiosidade difusa entre Fátima, superstição obscurantista rural e crendice tonitroante de seita americana. Sendo hordas silvestres, podem provocar desacatos inocentes, sem motivo justo. Perdoemos-lhes, porque não sabem o que fazem.
Quem é, quem são?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Onde é que está o erro?


Com agradecimentos ao António.