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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

A todos, uma boa época natalícia

 


Aos Amigos, Comentadores e visitantes anónimos, que por aqui passarem, os melhores votos para o Natal de 2023 e para o  Ano Novo de 2024.

domingo, 1 de janeiro de 2023

Mercearias Finas 185



As perdizes estavam destinadas, de há muito. Maria Mansa, da Quinta do Noval, foi escolhido na antevéspera. A origem não antecipava sobressaltos, pelos pergaminhos do produtor. Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca lotaram este tinto de 2016, com 13º serenos e discretos, ligeiramente seco, que acompanhou dignamente a caça voadora que ainda trazia pequenos grãozinhos de areia no papo e alguns chumbos dos tiros(?) que lhes acertaram.
Do congelador veio puré de castanhas. A cama das perdizes levou couve coração, alho francês e pequenas cebolinhas novas. Não faltou a batata palha das receitas tradicionais, a compor o almoço de Ano Novo. Assim seja bom o ano, como foi o repasto!

Com Rameau (1683-1764), para abrir o Ano

Adagiário CCCXLV

 

Ano que entra ao Domingo, sequeiro pelo caminho.

A ver vamos... Mas, entretanto, os melhores votos para 2023, e para todos!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Boas Festas



Aos Amigos, Visitantes e Comentadores do Arpose, a todos os que, fortuitamente, por aqui passem, os nossos melhores votos de Boas Festas para esta quadra natalícia!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Miscelânea cinéfila de Ano Novo


O nevoeiro de Amarcord (1973), de Federico Fellini, filme que vi ontem, fragmentariamente, antecipou-se em premonição curiosa à neblina de hoje, real. A mesma nebulosidade e mau tempo que aparecem no final de Casablanca (1942), na altura da partida do avião para Lisboa, que também passou na TV. Nos filmes, porém, tudo parecia arrumado nos seus lugares. E limpo.
Não era o caso da javardice que vi, esta manhã, em volta dos contentores do lixo, quando saí  para comprar o jornal. Tive mesmo que contornar os equipamentos, para poder meter embalagens, garrafas e papéis pela abertura dos contentores. Pelo chão, móveis partidos a monte, um grande espelho quebrado, chinelos rotos, e até 2 pneus ao deus dará...
O sentido de limpeza parece ter desaparecido desta gentinha composta de Brutti, sporchi e cattivi (1976) que parece cada vez mais alastrar pelas nossas sociedades ocidentais... Também Ettore Scola se foi antecipando, retratando em filme a javardice e as porcas maneiras, em todo o sentido por este mundo fora.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Passagem


Votos de boas saídas de 2020 e melhores entradas para o Ano Novo de 2021! 

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Boas Entradas em 2020!


A todos o melhor Ano Novo possível de 2020.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Guerra e paz


Esta época de fim de ano e começo do novo tem o condão de amolecer a agressividade de cada um, ou, pelo menos, de quem a tem. E só por oportunismo maquiavélico, algumas guerras tiveram início, ao longo dos séculos, por alturas da quadra natalícia e início do ano novo.
Descontando o bíblico massacre dos inocentes, conflito regional, apesar de tudo, mas com danos colaterais significativos, a História não regista, por esta altura, muitos actos bélicos e é um mar de serenidade e paz, entre os homens. Felizmente.
Razão pela qual, hoje e desde 1968, no primeiro de Janeiro e por iniciativa do papa Paulo VI, se celebra o Dia Mundial da Paz. Cinquenta anos pelo meio dos quais várias guerras se iniciaram e muitas outras se foram mantendo em estado latente, tal como o conflito israelo-palestiniano.
Mesmo os desejos e propósitos das boas intenções nem sempre vencem ou chegam para anular os interesses materiais do poder, da cobiça dos homens e da mesquinha vontade de supremacia da força.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Mais um ano


Vai algo neutra a cor e despida de adereços a iconografia para o novo ano de 2019.
Os muitos por que já passei, não me dão margem para alimentar esperanças excessivas, nem ilusões ingénuas para o futuro próximo. Sobretudo se tiver em conta os muitos ogres e tiranos (erdogans, trumpes, putins, orbáns, jinpingues...) que estão ao leme de tantos países, neste nosso Mundo. E o fosso que se foi cavando, cada vez mais profundo, entre os muito ricos e os excessivamente pobres. Para além da exclusão, quase militarizada, que acantona fatalmente em guetos, e condena à morte no mar ou atrás de grades e de muros aqueles que procuram as ilusórias vias rumo a uma vida melhor.
Que a realidade contrarie a minha previsão algo pessimista - só podem ser os meus votos do presente.
Votos que endereço, cordialmente, a todos os que passaram e vão passar, no futuro ano, pelo Arpose.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Para uma cenografia do passado


Invariavelmente, entre 24/12 e 1/1 do ano seguinte, nos meus primeiros vinte e poucos anos de vida, os meus espaços situavam-se num perímetro vimaranense que compreendia não mais de 800 metros quadrados, calcorreados naturalmente entre duas casas familiares. Sem mágoa excessiva ou saudades aflitivas, me lembro delas e das pessoas que, então, as ocupavam.
Mas recordo-me, com gula eterna, de um salpicão de língua de porco, tenríssimo e saboroso, que acompanhava, sempre, o Cozido à Portuguesa, do dia 25, no almoço de Natal. Porque esse, a partir de 1979, nunca mais lhe pus a vista em cima e não mais o consegui provar. A minha tia Ermelinda levou para a cova o segredo e o local onde o comprava, pouco antes do dia de Natal...


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Interlúdio 65


Há espaços assim, sobretudo, quando o tempo, pardacento, ajuda. Nem cá, nem lá, em que sobra silêncio lá fora e comida, cá dentro de casa... Não apetece começar nada de novo, quando muito, acabar o que foi ficando a meio do ano que vai quase no fim.
Altura, talvez, para convocar Schubert, por cerca de meia hora e ouvir a sua 8ª Sinfonia. Inacabada, mas bem bonita, por sinal.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

A abrir


Tocam sinos matinais, propagando-se no ar frio do primeiro dia de 2018.
O Silvester, como por aqui chamam ao último dia do ano, até contou com a Lua Cheia e o seu luar para, intermitentemente, intensificar a vista  do fogo de artifício que, das casas particulares, se foi ouvindo e vendo, até ao auge da meia-noite.
Às 11h15, está Sol, mas até já choveu um bom bocado. Para o dia primeiro de Janeiro, os 12 graus positivos, que se respiram no amplo terraco da casa, representam uma benesse inesperada do Ano Novo. Pássaros aventuram-se até aos ramos despidos das árvores, e os corvos, crocitando, vigiam do alto.
E, como do meu rifoneiro já esgotei os provérbios alusivos aos meses do ano, assim reinicio e reabro o Arpose, falando do tempo - que é sempre um tema apropriado -, neste início auspicioso de 2018, em Koblenz.
Podem ir entrando, com o pé direito...

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Natal e Ano Novo


Vai o Arpose entrar em vilegiatura, descanso e velocidade de cruzeiro, nos tempos mais próximos. Desconheço até, de momento, se virei a poder acrescentar, tão cedo, alguns postes ao Blogue, do lugar para onde iremos, ou responder, a partir de agora, a comentários.
Nesse sentido, endereçamos antecipadamente, com estima, aos Amigos, Comentadores  e Seguidores, os melhores votos de Boas Festas.

E, entretanto, aqui deixo de Arcangelo Corelli (1653-1713) o Concerto fatto per la Notte di Natale.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Idiotismos 40


Creio que era um velho sábio chinês que dizia para o bem-amado neófito: Oxalá vivas tempos interessantes ! - em votos sinceros de felicidade, à despedida.
Ora eu diria que, no presente, não me posso queixar, deste início de 2017. Veremos o que se segue.
Faria, no entanto, sobre estes últimos badalados acontecimentos, uma troca de feira de gado por negócio de ciganos. E, em relação a alguns preços de vinhos para presentes de Natal, que vi publicitados no consagrado Expresso e outros tantos no Público, repontaria com redobrada indignação: Vão lá roubar para o pinhal de Azambuja!

domingo, 1 de janeiro de 2017

Adagiário CCLXV


1. Ano nevoso, ano formoso.
2. Ano de ovelhas, ano de abelhas.
3. Ano de beberas, nem de peras, nunca o vejas.


P. S. : A todos um bom Ano Novo de 2017!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Votos natalícios


Como tradicionalmente, e tendo como pano de fundo o mini-Presépio já montado, mas visto de cima, para variar, vimos desejar os melhores votos natalícios aos nossos Amigos, aos estimados Seguidores e às ocasionais visitantes (só à receita dos Mexidos Vimaranenses, já cá vieram 144, este mês; uma delas, da Tunísia...).
Adicionemos, com estima, desejos de um 2017 mais pacífico, para todos.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016


Já começou. Aqui fica o roteiro, ou GPS, para ir verificando aniversários, planeando férias e, embevecidamente, ir contemplando a ressurreição eventual e milagrosa de alguns feriados e/ou dias santificados...
Ano bissexto, com Fevereiro menos avaro em dias.
Que ele seja melhor do que o ano que passou!