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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Impromptu (35)

O problema da habitação, em Lisboa, já vem de longe...

sábado, 23 de abril de 2016

Por ser Sábado...


Não tem sido apanágio do Arpose, e muito menos preocupação, a inclusão de anedotas no Blogue. Não é que eu as desconsidere ou não leve em conta para a animação da vida. Um dos grãos de sal que lhe dá gosto e descompressão saudável. Simplesmente não tem calhado, até porque recebo muitas, através de e-mails amigos. Por esse mundo de Palopes, os blogues andam cheios de anedotas, sobretudo brasileiras, e os bloggers, muitas vezes por preguiça, nem sequer se dão ao trabalho de as transcrever para português de lei, de forma gramatical correcta e escorreita. Assim se nota, muitas vezes, a sua origem...
Acontece que recebi, da parte de um dos meus mais antigos amigos, e dos mais estimados, uma enorme quantidade de anedotas sobre alentejanos. Por outro lado, regressei há pouco do Alentejo, província portuguesa de que gosto muito, assim como dos seus habitantes. Ora seria pena que eu não partilhasse, aqui, alguns momentos de bom humor, que sempre ajudam a viver melhor. Aqui fica, por isso e porque hoje é Sábado, um pequena antologia das anedotas que achei mais bem esgalhadas. Seguem:

1. Um dia, um alentejano diz, prazenteiro, para a mulher:
- Maria, põe a mesa no quintal, que hoje vamos comer fora.

2. Por que é que, no Alentejo, é proibido vender carros com limpa-vidros na retaguarda?
Porque foram apanhados alguns alentejanos a conduzir ao contrário.

3. O que é que os alentejanos fazem ao fim de um dia de trabalho?
Tiram as mãos dos bolsos.

4. Por que é que os alentejanos semeiam alhos na berma das estradas?
Porque o alho faz bem à circulação.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Comic Relief (106)


Sendo, como é, uma publicação séria, o TLS raramente acolhe brejeirices nas suas páginas. Quando muito, um ou outro colaborador dá um ar da sua graça ou exprime algumas considerações levemente irónicas.
Mas, no penúltimo jornal, há uma libertação alargada de pequenas anedotas, na sua última página. Contadas por J(ames?) C(ampbel?), a propósito, e retiradas, do livro Freud Verbatim: Quotations and Aphorisms.
Aqui seguem algumas, em tradução simplista:

- O que é um canibal que comeu os seus próprios pai e mãe? (Pausa) Um órfão! E se tiver comido a sua família inteira? O único herdeiro!
- Um negociante de cavalos recomendava, assim, a um provável comprador, o equino em transacção: Se mercar este cavalo e se partir de sua casa, às quatro horas da manhã, vai ver que chega a Pressbourg antes das seis e meia. Resposta do comprador interessado: E o que é que eu vou fazer a Pressbourg, às 6 da manhã?
- Um médico, ao abandonar o quarto da mulher doente, vira-se para o marido e diz: Não gostei nada da cara da sua esposa... Ao que o marido responde: Pois eu, ao longo de toda a nossa vida em comum, também nunca gostei!

Convém acrescentar que todas estas pequenas histórias humorísticas, se não eram da autoria de Freud, eram, pelo menos, contadas por ele, aos seus pacientes e amigos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Sobre as anedotas


Há quem tenha habilidade e quem não tenha, para contar um episódio humorístico ou uma anedota.
Mas há anedotas que, pela sua intrinseca qualidade de humor, conseguem até compensar a eventual canhestrice da falta de jeito de quem as conta. No meu caso, por outro lado, posso afirmar que, das centenas ou milhares de anedotas que ouvi, ao longo da minha vida, apenas cerca de 10 não foram esquecidas e as consigo recontar. E, destas, cerca de metade, já vêm de muito longe; foram provavelmente das primeiras que ouvi, ainda jovem. É curioso pensar como tantas outras foram completamente esquecidas.
Por outro lado é fatal, se nos enganamos a contar uma anedota - o humor perde-se, totalmente. É por isso fundamental preparar, antecipadamente, a narração, para que possa ter êxito.