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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Do que fui lendo por aí... 31


Isto, com  a intensa canícula, quase se torna fisicamente dramático e, talvez por isso, não há nada como um pouco de sal para descontrair...
Quem o conta é Vitorino Nemésio (1901-1978) no seu Jornal do Observador (1974), a páginas 225. Sobre André Brun (1881-1926). Assim:


"O nosso André Brun - está claro - era um modesto escritor, um humorista que dá um certo testemunho e costumbrista dos nossos anos de cerca da guerra de 14. Pois não fugiu à regra: trocadilhou até morrer. Conta-se que, visitando-o um amigo nos seus últimos dias de vida, já quase na agonia, o teria saudado: «Então como vais, André?» «Vou de fraque...», tornou-lhe o doente, pensando na mortalha burguesa."

(...E, feliz e finalmente, começou a levantar-se uma aragenzinha...)