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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Um CD por mês (19)



Cerca de 78 anos separam a criação  de Le Quattro Stagioni (1723) de Antonio Vivaldi (1678-1741) do trabalho de maturidade de Joseph Haydn (1732-1809) que ele viria a intitular de Die Jahreszeiten (1801). O primeiro era um concerto para violinos, o segundo viria a ser uma oratória, com libreto de Gottfried van Swieten. A estreia terá sido em Viena, pela Primavera do ano acima referido.

Conheci primeiro, até porque mais banal e de fácil adesão, a obra de Vivaldi. Só quase no final do século XX é que vim a ouvir a oratória de Haydn, através do registo de 2 CD da Hänssler Classic (1992/93) em que o Bach-Collegium Stuttgart é dirigido pelo maestro Helmuth Rilling. O duplo CD custou-me Esc.1.990$00, creio que em Lisboa, e a gravação é muito cuidada e competente

terça-feira, 2 de julho de 2019

Gostar do que se deve


Às vezes, desinquietam-se os mortos. Ou temporariamente repescam-nos para a fama. Com frequência são apenas fogachos que duram pouco tempo e eles regressam à paz e silêncio subterrâneos, em definitivo. Mais raras vezes, essas ressurreições vêm para ficar. Em música, isso aconteceu com Vivaldi e Bach, e, num dos casos, Mendelssohn teve um papel essencial.
Há dias, o nome de Nuno  Bragança (1929-1985) veio à tona, no diário escrito de Vasco Pulido Valente. Não para o glorificar e lembrar, mas para o apoucar. E, como sempre, da sua curta obra, apenas A Noite e o Riso (1969) foi citado, como é de norma. Convencionou-se, de há muito, que este é o seu melhor livro. Ora, eu não comungo desta ideia. Prefiro-lhe, como sempre preferi: Directa (1977).
Mas isto de não alinhar com a maioria ou corrente dominante tem sempre os seus riscos. Lembro-me bem do enxovalho que sofri no meu exame oral de Literatura Alemã III, ao querer defender, como melhor, o primeiro Fausto, de Goethe, em detrimento do Fausto II. O convencional prof. Moser mal me deixou falar e ia-me engolindo por causa daquilo que, na opinião dele, seria uma blasfémia.
As palavras de VPV tiveram grande eco na net, tem-se falado nisso. E Nuno Bragança voltou à baila. Ainda bem, porque merece. Que seja por um ou outro dos seus livros, tanto faz. Desde que seja para o voltar a ler.

terça-feira, 5 de março de 2019

Vivaldi



A propósito de Vivaldi, vem à colação Veneza, para que se não diga que eu me esqueci que hoje é terça-feira de Carnaval...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Vivaldi, no dia de S. Bartolomeu


para Maria Franco, no seu dia (creio...), com os melhores votos.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Não por acaso, The Piano Guys


Os rapazes fizeram o vídeo, tendo por paisagem o estado americano de Utah, onde se situa a sede da NSA. Logo de início, em legenda,  aparecem  os nomes de 2 agentes: Nelson e Schmidt - é evidente que não foram postos inocentemente. Por isso aqui ficam estas variações sobre a música de Vivaldi, para fazer companhia ao Irmanzão, e em sequência natural...