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domingo, 11 de maio de 2025

Curiosidades 111

 

Há, muitas vezes, parcerias úteis e justificadas, os prefácios podem ser uma delas, em livros. Estou a lembrar-me do de Eça de Queirós nos Azulejos (1921), do Conde de Arnoso (1855-1911). Ou a carta-prefácio de Carlos Malheiro Dias (1875-1945) no primeiro livro de Aquilino Ribeiro (1885-1963), Jardim das Tormentas (1913). Prólogos recomendando ou explicando a obra são normalmente um incentivo à leitura, quando feitos por autores já consagrados.
Um caso exemplar se passa com o único livro de poesia publicado pelo judeu russo (Donetsk) Eliezer Kamenezky (1888-1957), Alma Errante (1932), que tem um prefácio de Fernando Pessoa. Kamenezky ficou conhecido por ser um propagandista do vegetarianismo e ter entrado em 3 dos filmes de Lopes Ribeiro, e não só. Porém, o prefácio de Pessoa torna a obra, ainda que vulgar, muito apetecível dos bibliófilos em leilões, e o nome dele bem mais conhecido.

sábado, 4 de julho de 2015

Retro (74) : propaganda fascista


Se é certo que, como diz o povo, "de pequenino é que se torce o pepino", não é menos verdade, sendo óbvio, que faltou por aqui uma Leni Riefenstahl...

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Retro (45) : a Carris

Este documentário, de 1951, realizado por António Lopes Ribeiro, por encomenda da Carris, para celebrar os 50 anos da empresa de transportes de Lisboa, demora cerca de 27 minutos. Com locução de Fernando Pessa, aborda a actividade geral da Companhia, nos seus mais pequenos pormenores, até oficinais, bem como as suas dependências de apoio aos funcionários: serviços médicos, cantinas, abastecimento de víveres...
Sendo de propaganda, o filme poderá, momentaneamente, ser um pouco fastidioso, compensado, embora, por algumas paisagens lisboetas de outrora que são merecedoras de ser recordadas. Aqui ficam, por isso.

com agradecimentos a C. S. .