Mostrar mensagens com a etiqueta Amigos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amigos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de dezembro de 2024

Em tempo

 

Aos Amigos, Comentadores e Visitas, que por aqui passem, os nossos melhores votos natalícios e de um  feliz Ano Novo de 2025.

sábado, 2 de novembro de 2024

Recuperado de um moleskine (46)


Embora não de uma forma totalmente sistemática, com os amigos, há uma certa tendência, nos encontros e em conversa, para abordarmos, com cada um deles, aqueles assuntos em que são mais versados ou temos por mais  comuns entre nós.
...

Ele disse-me um dia, creio que inqueto: Se eu não o contar a ti, a quem o direi?! 
Fez-me, então, a confidência que eu, até hoje, sempre conservei em segredo.
Hoje percebo, completamente, que o problema, com o tempo, é descobrlr o interlocutor exacto de partilha e encontro mais próximo.

sábado, 11 de maio de 2024

A erosão dos nomes

 


Há fenómenos pessoais e humanos curiosos, muitos dos quais estão ligados à memória.
Constato que, dos meus amigos de infância e primeira juventude, retenho os nomes completos inteiramente, enquanto, mais tarde, fixei apenas o primeiro nome e o último apelido. Ou apenas um deles, a menos que a pessoa em si, quotidianamente, ainda me acompanhe no presente.


domingo, 26 de novembro de 2023

João Menéres (1934-2023)

 

É sempre triste dar notícia de uma desaparição. Sobretudo de um Amigo. Que conheci já tarde na vida, mas que me habituei a admirar pela simplicidade, grandeza de alma, modéstia e uma obra estética notável.

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Adagiário CCCLVII

 

Amigos que se desavêm por um pão de centeio, ou a fome é muita, ou o amor pequeno.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Sequelas ou sequências


Não se esperem revelações, passados tantos anos, destes reencontros. Apenas um ajustar de vírgulas menores, alguns pontos finais e definitivos, confirmações de coerências antigas, pequenos acertos.
Clarifica-se, no entanto, o puzzle da memória, de versões diferentes, em presença, de cenas vividas outrora pelos intervenientes. Cada um fixou aquilo que mais lhe interessava. Ou queria, limando-o, à sua maneira, talvez mais favorável.
O Manuel P. entrou confiante no salão, circunvagou o olhar pelo enorme grupo reunido. Depois, deu por mim e abriu-se num sorriso amplo, estendeu a mão, forte manápula ainda vigorosa. Acabámos num abraço afectuoso. Foi quando ele lançou, baixo e em tom quase confidencial:
- Eu reconheço muitos, pelos traços, mas parecem-me caricaturas...
Eu não disse, mas podia retorquir-lhe:
- São as rugas do tempo, Manuel!
O que seria uma mera evidência.
E, por isso, me calei.

domingo, 11 de novembro de 2018

Para matar saudades de Vasco Santana... e acompanhar um aniversário


Integrado na propaganda da campanha de Alfabetização de Adultos, este pequeno filme (1952) de cerca de 30 minutos, está dividido em 6 pequenos episódios, que contam, todos eles, com a participação de Vasco Santana (1898-1958). A actriz Maria Olguim entra em dois deles e o jornalista Fernando Pessa compõe, bem, a figura de Professor, no episódio do Exame.
Creio que o filme não será muito conhecido e, embora não sendo notável mas um pouco ingénuo nos meios utilizados, não deixa de ser uma curiosidade, que se vê sem custo e com algum agrado. 
Aqui fica, por isso.


P. S.: o Arpose celebra, hoje, o seu 9º aniversário. Este é o poste nº 10.130.
O vídeo destina-se, principalmente, aos Amigos, estimados Comentadores, e Seguidores fiéis, como uma espécie de pequeno brinde, agradecendo o estímulo sempre importante que nos dão, para que o Blogue continue. E para os tentar compensar por nos terem aturado até aqui...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Divagações 119


Havemos de procurar, para a perda de ontem, algum consolo, hoje. Mesmo que indefinido e vago.
Com os anos, vamos tendo cada vez mais dificuldade em nos despedirmos daquilo a que nos habituamos ou gostamos. Pode ser um cinzeiro que se parte, uma companhia teatral que acaba, um restaurante que fecha, um amigo de infância que resolveu partir mais cedo, uma livraria afectuosa que se vai transformar num banalíssimo café, como dezenas de outros...
Nestes casos, creio que uma boa memória nem sempre nos ajuda. Porque diminui as expectativas, as novidades inteiras, as situações inéditas, para a frente; e, por outro lado, afeiçoa-nos demasiado àquilo que nos acompanha, ou tem vindo a acompanhar, naturalmente, até que se começa a perder para sempre.
Como se fora um tango de que tanto se gosta, mas que se vai esgotando à medida que se vai ouvindo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

6 anos


Calhou, por mero acaso e sem qualquer premeditação, que o Arpose se tivesse iniciado sob a invocação ou patrocínio de S. Martinho, e no seu dia festivo (11 de Novembro), portanto. Santo que é, também, patrono dos pobres e das crianças e, folcloricamente, associado às castanhas e ao vinho: Pelo S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
Seja como for, o nosso Blogue completa, hoje, 6 anos de existência. E, este casal de Infantes, que deixo em imagem a encimar o poste, aqui fica para saudar e agradecer aos Amigos, Comentadores e Seguidores que nos têm acompanhado, ao longo deste tempo.
Bem hajam!

sábado, 2 de junho de 2012

A benefício de Inventário


Iniciado a 11 de Novembro de 2009 e, com maior persistência e continuidade, prosseguindo a partir do final desse mês, o Arpose ultrapassou, hoje, os 100.000 visitantes (100.008, para ser rigoroso). Com 284.700 páginas consultadas, e 3.394 postes colocados, se contar com este de balanço e contas...
Agradecimentos especiais a HMJ e H. N., pela colaboração, assim como aos Amigos que nos estimulam e aos estimados Seguidores que nos acompanham. E, porque não?, às visitas tímidas e caladas que, diariamente, cá vêm espreitar, discreta, mas curiosamente.
Bem hajam!

domingo, 11 de março de 2012

Tsunami Virtual

Por razões alheias à nossa vontade, muito embora possam (?) ser imputadas à nossa inépcia e falta de habilidade para lidar com as novas tecnologias, houve um apagão no Arpose de cerca de 25 postes, entre 6 e 11 de Março de 2011. A sofreguidão do Google, na sua fuga para a frente de vanguardas sucessivas de actualização de procedimentos técnicos (normalmente para pior e virtualmente mais pernósticos) também ajudou a este "tsunami" de apagamento da memória recente - o que é também um nítido sintoma de velhice.
Aos nossos Amigos pacientes e Seguidores assíduos, as nossas desculpas pelo acidente infeliz. Às visitas passivas, caladas, na sua timidez oportunista, a nossa simpatia compungida.
A eternidade virtual - há que não o esquecer - é frágil. E nunca garante o sempre. Mas o sentido da relatividade é uma virtude inscrita nos estoicos, e que deve acompanhar sempre a vida de cada um, enquanto a lucidez humana existir.