Mostrar mensagens com a etiqueta A evitar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A evitar. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A evitar, absolutamente (9)

 

Há empresas que não deviam existir, pela sua incapacidade básica em termos de funcionaldade mínima e pela sua impossilidade prática de prestar um serviço de qualidade profissional, aceitável. Que a Wook se não tenha ainda dado conta da incompetência da Tour Line Express que, ao que parece, é um empresa (?) subsidiária dos CTT, é que é para estranhar... Pois, a nós, é já a segunda vez que nos presta um serviço abaixo de cão (salvo seja). Repetiu a façanha de mentir, ao deixar uma encomenda (livro) no entreposto-armazém dos CTT, aqui nas redondezas, dizendo que não atendemos, quando nós estivemos todo o dia em casa. Para além disso, demorou 27 (!) dias para trazer de Espanha um objecto até Portugal. (Será que esteve retido no Estreito de Ormuz?...)
Irra!

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

A evitar, absolutamente (7)

 

Cuidem-se os utentes!
Esta empresa (?) de transporte (?) de encomendas GLS, quanto a eficácia e competência, é péssima e inqualificável quanto à baixa qualidade do serviço. De 4 encomendas (2 da Alemanha, 1 da Bélgica e outra de Portugal) que lhe foram confiadas, para me serem entregues, apenas a última me chegou às mãos.
Acresce que, quanto a contactos, do lado de lá, eles ocorrem entre grunhos e um português mascavado e rude. Os agentes de transporte (a que eu chamaria carrejões) não entregam a encomenda directamente, ainda que seja de valor, não se preocupando com uma simples assinatura comprovativa de entrega. Deixam o produto à porta da rua ou no elevador. E o receptor que faça o resto...
Evitem o GLS, que nem no terceiro mundo devia ser autorizado a funcionar!






sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

A evitar, absolutamente (6)

 

Os nossos correios eram famosos, no passado, por serem dos mais profissionais e eficazes de todo o mundo. Isto foi verdade até aos anos 60/70 do século XX, como eu próprio poderia comprovar. Hoje, os CTT deixam muito a desejar quanto ao serviço, infelizmente, por razões sobejas que poderia também exemplificar.
Mas há pior. O DHL, serviço internacional de encomendas postais, é de uma incompetência a toda a prova. Das últimas 3 entregas, duas falharam, e a última só foi recuperada, por nós, in extremis. Além do péssimo serviço, os funcionários mentem dizendo que deixaram aviso na caixa do correio, que não deixaram nestes 3 casos, e informando no depósito que não estava ninguém em casa, o que também não era verdade. Mostram assim a sua irresponsabilidade total. Como qualquer criancinha irracional, ou  empresa pimba de vão de escada.
Nem ao meu pior inimigo eu recomendaria este serviço, abaixo de cão, do DHL. Fujam dele a 7 pés!

segunda-feira, 12 de junho de 2023

A evitar, absolutamente (5)



Há mais de 4 anos que eu não abria esta temática. Nunca o fiz por gosto, antes por despeito e imperativo de consciência. E por aviso aos incautos, pela falta de qualidade: de vinhos, livros...
Acontece que, com um pequeno intervalo temporal, experimentei 2 vinhos brancos alentejanos de marcas diferentes, mas do mesmo ano de colheita (2022) e com as mesmas castas no lote: Roupeiro, Antão Vaz e Arinto. Um da zona de Reguengos de Monsaraz (Pedra do Casar, 12,5º), o outro vinho da região de Borba, com 13º.
A apreciação foi idêntica: vinhos medíocres, de sabor acre e desagradável. Tenho alguma dificuldade em aceitar e perceber como é que a Adega Cooperativa de Borba sobretudo, produtora com linhagem de qualidade firmada, foi capaz de pôr à venda este branco inqualificável.



Se é certo que, por vezes, a casta Antão Vaz, se não for bem doseada, pode diminuir o vinho, inclino-me mais para ter sido o Roupeiro a prejudicar o resultado final. Negativo, que abarca também a fraca qualidade do vinho branco produzido e posto à venda pela Carmim.
Há, por isso, que evitar esta infeliz dupla vínica alentejana.

sábado, 23 de março de 2019

A evitar, absolutamente (4)


Se há coisa de que eu gosto, desde que me conheço, é de História. E da de Portugal, em particular.
Diz-se, e eu acreditava, que o Expresso era um jornal de referência. No meio de tantos pasquins que se publicam, em Portugal, não seria difícil dar crédito a tal afirmação que implica seriedade, primeiro, algum rigor, e solidez naquilo que se publica. A ilusão mirífica apagou-se-me, há dias.
Acontece que, na minha banca de jornais, o dono do quiosque tinha, sobrante e vendável, a colecção completa dos volumes de O Essencial dos Reis de Portugal, publicada em anexo-bónus ao Expresso, ao longo de várias semanas anteriores. Comprei, assim, a colecção das 8 pequenas obras.
Cada um dos livrinhos, tinha um prefácio de Henrique Monteiro (1956), sujeito que já tinha sido, até Janeiro de 2011, director desse hebdomadário e escreve (ou preenche), recentemente, a penúltima página do jornal. Sempre o achei um cómico bem disposto, não estava era à espera, logo no primeiro prefácio (pg. 5), de um erro dele clamoroso e desta natureza (ver sublinhado a lápis):


Agora, pela amostra, imaginem-se os dislates que não irão ocorrer ao longo dos restantes sete prefácios do sr. Monteiro!...
Eu, pelo menos, irei continuar a considerar o rei D. Sebastião (1524-1578) como filho do infante D. João Manuel, este sim, filho de D. João III. E aconselho os colaboradores do jornal a frequentarem, rapidamente, um curso intensivo de História portuguesa. Porque isto pode ser contagioso.
Assim, esta excrescência que apareceu com o jornal Expresso deve ser de evitar, absolutamente!

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Decálogo


Palavras a evitar. Absolutamente:

1. Adorei!
2. Devastado.
3. Deslumbrou.
4. Assumir.
5. Arrasar.
6. Trump.
7. Lenha (= Cavaco).
8. mãezinha (= Caxineiro).
9. Blogues literários.
10. Amei! (salvo em circunstâncias muito especiais.)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A evitar, absolutamente (2) : Vinho tinto Vespral reserva 2007 (no Lidl)


Quem me lê no Arpose, com alguma persistência (virtude que não é, de todo, portuguesa), poderá ficar com a ideia de que só bebo vinhos excelentes, caros e de altíssima qualidade. É errado esse pensamento, procuro sobretudo beber vinhos "honestos" (obrigado, António!), bem feitos e que cumpram, mesmo que humildemente, a sua obrigação. Não desdenho sequer beber vinho das modernas "boxes", de 3 ou 5 litros, desde que cumpram os serviços mínimos. Agora, quando tenho pela frente um prato requintado ou um queijo especial, procuro sempre um companheiro líquido à altura, um vinho que lhe possa fazer frente.
Mas passemos ao que me traz. Em 17 de Novembro de 2010, aqui no Arpose, recomendei (Recomendado: seis), incondicionalmente, o vinho catalão "Vespral Reserva 2006" tinto, que se vendia no Lidl. Não sendo excepcional (era honesto), tinha uma boa relação qualidade/preço (1,89 ou 1,99 euros). Fui acompanhando, até recentemente, esta colheita de 2006, e comprando mais garrafas que ia consumindo, com agrado. Várias visitas (Portugal, Alemanha, Polónia, Espanha, Alemanha, América do Sul e do Norte, França...) vieram consultar o poste ao blogue. Entretanto as garrafas do Vespral, embora da mesma colheita de 2006, mudaram de rótulo - achei estranho. Há dias, comprei mais 2 garrafas, e nem sequer reparei que já eram da colheita de 2007, muito embora mantivessem no lote as nobres castas Tempranillo (Tinta Roriz ou Aragonez) e Garnacha. Estou à vontade e sinto-me no direito de dizer (pelo elogio que lhe fiz anteriormente): não comprem o 2007, o vinho é uma zurrapa. Tem gás a mais, e copiosamente. Adocicado e mau. Deitado, descuidamente, no copo, faz quase tanta espuma como a cerveja. Parece vinho verde tinto "doce" minhoto que, bebido sem moderação, provocava desarranjos gastro-intestinais. A evitar, completamente.

P.S.: desculpem a imagem desfocada da garrafa que encima o poste. 

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A evitar, absolutamente (1) : "A louca da casa" de Rosa Montero


Há muito que não lia um livro tão atabalhoado. Na sua precipitação discursiva, inconsequente, parece ter sido escrito pela Vicky Pollard (da série cómica inglesa "Little Britain"). Mas não foi: escreveu-o Rosa Montero (Madrid, 1951), traduziu-o Helena Pitta, publicou-o Edições Asa; e tem por título "A louca da casa", pecaminosamente retirado de palavras de Santa Teresa de Jesus.
Desde a abordagem de nomes grandes da literatura (Rimbaud, Tolstoi, Verlaine...) num registo, tão leviano e pobre, que faria corar de vergonha as "Selecções do Reader's Digest", até à narração repetida, por 3 vezes, e em tom de farsa do affair com o actor americano M. (pg. 22, pg. 82 e pg. 149), mas de maneiras distintas, substantivas e absurdas, porém sempre no ano de 1974, passado numa alta torre de Madrid...o livro é, todo ele, um chorrilho inconsistente e pleno de vacuidade. Com um aparente ritmo vertiginoso, para disfarçar, imensas citações de nomes conhecidos,  assim se foram enchendo 171 páginas de palavras, sem sentido.
Originalmente editado, pela jornalista madrilena Rosa Montero, em 2003, foi traduzido em português, pela Asa, em 2004. E, ao que parece, terá sido um sucesso de vendas, porque já vai na 3ª edição (Abril de 2008), que foi a que li. Como se anda a ler mal, em Portugal!... Só posso concluir: livro a evitar, absolutamente, por um mínimo de sentido crítico e em nome da qualidade e sanidade literárias.