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quarta-feira, 20 de julho de 2022

Mercearias Finas 180



Amavelmente me fizeram chegar uma série de fotografias (Obrigado!) que, em geral, me lembraram, pela profusão de marcas de vinho, as paredes do saudoso e já desaparecido Restaurante Isaura que honrava pela qualidade da sua gastronomia e rica escolha vínica a Avenida Paris, ali para os lados do Areeiro lisboeta.



Este caso acontece em Évora, num café, e privilegia temática e graciosamente vinhos com pássaros nos rótulos, desde o Norte até ao Sul, não faltando sequer o renomado duriense Quinta de la Rosa e um bairradino Luís Pato. Um senão que devo anotar: não se destinam a consumo de clientes do café, mas a consumo dos donos. E é pena...


A mostra, diga-se, contempla várias dezenas de vinhos, nestas pelo menos 7 estantes existentes na insólita enoteca eborense.

Adenda: embora pouco a propósito, insere-se nos temas desta rubrica dizer que ontem saboreámos uma deliciosa sopa de beldroegas, feita das plantas que, quase todos os anos, crescem, espontaneamente, em dois dos vasos da varanda a Sul. Acompanhada por um Dão branco de Silgueiros, que não tinha nenhuma ave no rótulo...

sábado, 29 de setembro de 2018

Uma fotografia, de vez em quando... (111)


Não haverá muito a dizer sobre a fotógrafa alemã Sibylle Bergemann (1941-2010), nascida em Berlim, e que passou uma grande parte da sua vida na parte oriental da cidade. Começou por trabalhar para jornais e publicações da RDA, mas acabou por alargar a sua colaboração às publicações da RFA, tais como a Stern e a Geo.


Foi uma das fundadoras, depois da reunificação alemã, da Ostkreuz, agência que englobava, num tipo especial de cooperativa, vários profissionais de fotografia. A sua obra incidiu, predominantemente, sobre cenas do quotidiano de Berlim Leste e arredores.


Em relação aos seus trabalhos, S. B. disse: "Interesso-me pelas periferias do mundo, não pelo centro."