Não posso deixar de me congratular com o regresso à vida e começo de recuperação de Salman Rushdie (1947).
Em oposição ao rato do esgoto que o esfaqueou.
As crenças, em criaturas apoucadas, são muitas vezes um factor pernicioso e motor animalesco de acção.
E, embora não seja leitor do escritor, achei que devia tomar posição