Mostrar mensagens com a etiqueta Cinemateca Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cinemateca Portuguesa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de maio de 2016

Retro (84)


A façanha, de intuitos publicitários, teve lugar em 1917. O pequeno filme mudo, de 8m37, realizado por Raul de Caldevilla, pertence ao acervo da Cinemateca Portuguesa. Os improváveis alpinistas eram de origem galega e chamavam-se José e Miguel Puertullano. O apelido comum indicia que eram parentes. A Torre dos Clérigos tem 76 metros de altura. A sua escalada destinava-se a fazer propaganda de uma marca de bolachas portuense.
No filme começamos por ver o industrial, fabricante das ditas bolachas, a ajustar o contrato com os dois galegos. O acontecimento foi devidamente publicitado e, por isso, presenciado por centenas (?) de portuenses curiosos. Ao que parece, os dois alpinistas, depois de chegarem ao topo da Torre dos Clérigos e de fazerem algumas cabriolas para excitarem a turbamulta, atiraram cá para baixo vários papelinhos de publicidade sobre as ditas bolachas. Como se pode ver no final do filme...

agradecimentos a A. de A. M..

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

As aflições e as evocações


São os destaques que gostaria de sublinhar, na imprensa portuguesa de hoje:
a situação aflitiva da Cinemateca Portuguesa, cujas receitas provenientes da publicidade televisiva (recebe cerca de 40%) diminuiram drasticamente e que ameaçam o seu estrangulamento financeiro; no JL, a evocação de Urbano Tavares Rodrigues e Jorge de Sena, através de uma humaníssima entrevista a Mécia de Sena, sua viúva.