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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Arte e ciência, segundo Steiner


De modo elíptico, por meio de analogias inatas difíceis de elucidar por completo, há transformações tangíveis na arte que reflectem as da ciência. Mondrian é provavelmente o último dos cartesianos. Os espaços mutantes, múltiplos e provisórios de Klee, os campos de forças e os "organogramas" de Pollock, as pulsações da luz de Rothko, não são simples metáforas do que sucede na lógica das ciências. Fazem também com que o observador aceda ao núcleo axial activo e instável da energia.

George Steiner, in Extraterritorial (pg. 194).

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O número 3 em questão : considerações dispersas e inconclusivas


1. As decisões indiscutíveis do Tribunal Constitucional alemão são notícia frequente, por cá. Na Alemanha, de forma definitiva e peremptória. Mas, na Alemanha, as deliberações do congénere português também são, por vezes, título de primeira página, embora de forma interrogativa.
Estranho que nunca tenha lido nada sobre o Tribunal Constitucional grego. Será que existe?
2. As idades somadas, do trio à mesa da esplanada, davam uma média de 49 anos para cada um. As opções foram: filetes de pescada, pescadinhas (as marmotas nortenhas) fritas e carne de porco à alentejana. Mas a última dose, por excessivamente generosa, ainda foi dividida pelos que tinham escolhido peixe.
3. Entre as duas Culturas, de que falava C. P. Snow, e uma terceira, neutra, mas ambivalente, alguém propôs, por ordem de grandeza das artes, esta sequência dogmática: Música, Poesia e Filosofia. Inexplicavelmente, a Ciência ficou de fora...  E da Justiça nem se falou.