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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2 Haiku de Chiyo-Ni


O rouxinol volta
e volta a cantar - repete-se.
E não se cansa nunca.

...
Água que se faz cristal,
os pirilampos que se apagam,
pela noite fria nada mais existe.


Chiyo-Ni (1703-1775)


Nota: poetisa precoce, Chiyo-Ni fazia haiku desde a sua meninice, vindo a professar como monja budista, na maioridade.