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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Uma fotografia, de vez em quando... (110)


São suficientemente conhecidas as fotos que Alberto Diaz Gutiérrez, mais conhecido por Alberto Korda (1928-2001), tirou, com a sua Leica, a Che Guevara.  A sua obra, aliás, constitui a mais completa iconografia da Revolução Cubana, sobretudo no seu período inicial, áureo e idealista.



Mas este cubano dedicou-se, inicialmente, à publicidade e à fotografia de Moda, para ganhar a vida. Até que a História se cruzou com ele...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Filatelia CXII


Nunca fui um entusiasta dos selos dos países com regime comunista, tirante a Hungria, que era uma estima da minha meninice. Na maior parte dos casos, as estampilhas eram bonitinhas, mas de traço vulgar,  imaginação conservadora e, frequentemente, um meio útil de propaganda política. É certo que não renegavam a História e divulgavam, de forma expedita, as belezas naturais do país, a sua fauna e flora, a sua identidade e cultura nacional. Enriqueceram-me em conhecimentos, portanto.
Virando a agulha, assisti, com muito agrado, aos discursos de Raul de Castro e de Obama, em Cuba. Dois políticos pragmáticos, inteligentes, raros neste nosso mundo. Acentuaram as suas diferenças, não se excluiram de um diálogo futuro, referiram as suas insuficiências mas, sobretudo, mostraram, sem vergonha nem pruridos, o seu orgulho nacional e o seu patriotismo.
Regressando ao início, a filatelia cubana exemplifica ao longo dos anos a sua História, os seus heróis, os regimes por que passou, as suas opções políticas. De colónia espanhola a casino e bordel dos E. U. A., sobretudo nos mandatos de Fulgencio Batista (vide: O Padrinho II, de Coppola), até uma certa independência inicial sob Fidel, que acabou por ser diminuída pela dependência da U. R. S. S., quase até finais do século XX. Esta pequena mostra de selos de Cuba, a que não falta Camilo Cienfuegos e o carismático Che Guevara, aqui fica para justificar o que disse.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Memória (95)


Se não for por mais, o fotógrafo suiço René Burri (1933-2014) será lembrado por um dos mais icónicos retratos de Che Guevara. Mas também pelas excelentes fotografias, que retratam o post-guerra alemão, e que serão objecto de uma exposição em Hamburgo, a inaugurar ainda esta semana.
Foi aqui lembrado, a 11/7/14, na rubrica própria. Faleceu ontem, com 81 anos.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Uma fotografia, de vez em quando (42)


Nascido em Zurique, em 1933, o fotógrafo René Burri, que vive presentemente em Paris, começou por trabalhar, como documentarista, nos Estúdios Disney, nos anos 50. Em 1959, passou a dedicar-se, por inteiro, à fotografia, colaborando nas revistas Paris Match, Look e Stern.
São conhecidas as suas inúmeras fotos de Che Guevara, tiradas em 1963, numa sessão intensa de 3 horas, que ele diz que foram uma espécie de bailado que fez, em volta do revolucionário cubano, que fumava sucessivos charutos, sempre irrequieto na cadeira...
Mas tem também sugestivos retratos de Callas, Bardot, Giacometti, Picasso e Le Corbusier, bem como de gente anónima, que Burri fixou para sempre.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Boinas


Se "chapéus há muitos", como dizia Vasco Santana no filme, boinas - ao que me parece - há cada vez menos. Muito embora a boina, a partir da segunda metade do século XX, se tenha difundido muito nos fardamentos militares. Na infância, não gostando delas, usei-as um pouco por imposição materna e, quando pensava ter-me libertado para sempre, eis que fui obrigado a usar uma castanha, na tropa, em finais dos anos 60.
Quando, hoje, lancei o poste "Politicamente incorrecto" fiquei a olhar demoradamente para a foto de Jorge de Sena, na Ilha de Moçambique, onde usava também  boina. E recordei-me de Raul Rêgo, bem como de Heinrich Böll, que também as usavam. E, onde, haveria, pelo seu uso um sinal de pertença. Originárias do país basco, e usadas sobretudo por pescadores e camponeses, elas foram como que um distintivo, na Guerra Civil de Espanha.
Só depois é que aparece a boina de Che Guevara...

sábado, 9 de outubro de 2010

Iconografia moderna e laica (1) : a descida da cruz


A 9 de Outubro de 1967, Che Guevara foi executado na Bolívia. Permita-se-me um aggiornamento de iconografia, em relação à descida da cruz, que substituo pela fotografia da imagem. (Obrigado!).

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Revivalismo Ligeiro (?) XIII : Che Guevara

Pelas razões mais que evidentes (ver poste anterior). Se não fosse um ultrage, dedicaria este poste ao Google - que o não merece de maneira nenhuma. Prefiro dedicá-lo a todos os que amam a Liberdade, e lutam por ela. É tambem uma sincera e sentida homenagem à memória de Che Guevara.