Mostrar mensagens com a etiqueta Charles Perrault. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Charles Perrault. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Rossini / Bartoli



Gostava muito de Rossini, na minha juventude, ainda hoje gosto muito de algumas Aberturas de óperas de sua autoria. Depois, sempre pensei que ele devia ser um bonacheirão bem disposto. Para além dum gourmet respeitável, e a ter em conta.
Respeito imenso, também, a carreira lírica de Cecilia Bartoli. E as suas investigações musicais.
Acrescentemos Perrault e depois os vários títulos: La  Cenerentola, Cendrillon ou Cinderela. Ou ainda, simplesmente, a nossa Gata Borralheira.
Em síntese, a sinopse, para quem não saiba. Poderia também falar-se da China, mas era muita areia...
Ora, oiçam lá este bocadinho!

terça-feira, 18 de março de 2014

Da literatura, dita infantil


Não sendo eu especialista na matéria, julgo poder dizer que, afora as fábulas, a literatura infantil, na Europa, é relativamente tardia. Se é consensual que o francês Charles Perrault (1628-1703) foi um dos pioneiros na temática, seguido, em qualidade, pelos irmãos Jacob (1785-1863) e Wilhelm Grimm (1786-1859), e pelo dinamarquês Hans C. Andersen (1805-1875), na Inglaterra, por exemplo, só nos finais do século XVIII, o tema começa a ganhar forma, de modo ainda incipiente, através das nursery rhymes. Mas cresce, sobretudo, de forma expressiva, durante todo o século XIX, e ainda hoje.
Sabemos do boom que foi a literatura infantil, em Portugal, no século passado, mas creio poder afirmar que a temática foi, por cá, ainda mais tardia. E julgo que se pode dizer que ela só se começou a afirmar, significativamente, a partir de finais do século XIX. E, pergunto-me, porque terá sido assim?