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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Citações CDXLVIII



 É uma realidade melancólica que até os grandes homens têm os seus pobres relacionamentos.

Charles Dickens (1812-1870), in Bleak House.

domingo, 26 de novembro de 2017

Memórias da velha e pérfida Álbion


Em 1985, era Setembro, na modulação final da minha cristalização de gosto musical - reduto que, escassamente, foi perturbado depois -, em Queensway (Londres), havia ainda uma loja de discos, fulgurante. E eu já tinha ido para além de The Beatles, e procurava as últimas gravações de Tina Turner. O meu filho mais velho andava, então pelos Kraftwerk, muito naturalmente nessa décalage salutar de gerações. Quando lá entrámos, cada um se ocupou, na altura, das "bem querias" de que falava o bom velho Sá...
Acontece que, caída ou roubada, uma nota de 20 libras saíu, sem querer, de uma das nossas algibeiras diminuindo-nos o património familiar. Foi aí que, para restabelecer o equilíbrio das finanças, mais tarde em Greenwich, eu entrei numa agência bancária para trocar escudos portugueses por libras inglesas. Em abono da verdade, essa dependência bancária tinha ainda todo o ar pomposo e respeitável da época victoriana. Mas para ser justo, foram muito mais rápidos na operação de câmbios do que, em Portugal, para trocar as divisas, antes de eu iniciar a viagem para a Inglaterra.
Imagine-se o inimaginável:  uma atmosfera, qualquer coisa comparável por entre Charles Dickens e o Speedy Gonzalez...

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Curiosidades 49


Será mais uma das gentilezas da Democracia, falar da criação de mais emprego, no momento em que se sabe que não o haverá, no futuro. E, se isso for utilizado, por estratégia eleiçoeira, mais criminoso se tornará esse facto. Indesculpavelmente condenável.
Se a Revolução Industrial trouxe braços humanos, durante mais de um século, da Agricultura para as cidades, a Tecnologia, ultimamente, vai abatendo postos de trabalho, inexoravelmente. Não sei se o facto, em si, é positivo, mas sei que é essa a realidade e o futuro. Não vale a pena ignorá-lo.
Com a Revolução Industrial foram criadas muitas novas profissões. Uma das mais ignoradas é a dos Knocker-up, de que Dickens fala, no seu prólogo a The Great Expectations (1860). Até cerca de 1920, foi uma profissão rentável e muito útil, nas zonas fabris da Inglaterra. Aos Knocker-up, eu chamar-lhes-ia, em português, Despertadores humanos, sem ironia. Eram pessoas que, de manhã cedo, iam, pelas ruas dos bairros operários, acordar os trabalhadores, para que eles não faltassem ao trabalho, nas fábricas. Usavam meios sonoros para despertar os dorminhocos: canas altas para bater nas janelas e até instrumentos de sopro, algo estridentes. Não abandonavam os locais, até que os operários assomassem à janela, estremunhados, ou à porta de casa. Recebiam, por semana, uns quantos pence pelo seu trabalho.
Mas isso foi no tempo em que cada vez havia mais empregos. Não é o caso, seguramente, hoje em dia, nem no futuro mais próximo...



agradecimentos cordiais a ms.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Dickens



Um pouco por todo o mundo de língua inglesa, e com particular incidência na Grã-Bretanha, celebra-se este ano o 2º centenário do nascimento de Charles Dickens, escritor nascido a 7 de Fevereiro de 1812. As suas obras, embora com a marca do período victoriano em que viveu, tiveram, e ainda têm, larga divulgação entre os adolescentes. E foram traduzidas em várias línguas, sendo lidas por sucessivas gerações. Em imagem, as capas de dois dos seus livros, em versão portuguesa, dos anos 30 e 40, do século passado. Que eu li, também.

para MR, em geminação com o Prosimetron.

sábado, 17 de julho de 2010

Para que servem os Escritores?

P. S.: com agradecimentos a ms.