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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Perguntar, não ofende (11)

 

Quem terá sido o grande palerma que andou a guardar tanta água, lá por cima, para a despejar depois toda junta, de seguida, cá para baixo?
Provavelmente, um cómico.

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Adagiário CCCLXIX


Barra roxa em sol nascente, água em três dias não mente.

sexta-feira, 1 de março de 2024

Adagiário CCCLXIII



Quando Março sair ventoso, o Abril sai chuvoso. 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Adagiário CCCLXI

 

Santa Luzia tem touca? Chuva, muita ou pouca.

terça-feira, 24 de outubro de 2023

A propósito



This is the winter of our discontent.

William Shakespeare (1564-1616) in Richard III.


Nota pessoal: absolutamente aplicada a citação, por outra via: apanhei hoje a primeira chuvada séria deste ano...

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Humor



Na sua infinita bondade, Deus deu a chuva aos ingleses para lhes fornecer um bom tema de conversa.

Anthony Chester 

sábado, 18 de junho de 2022

Adagiário CCCXXXVII



A água de Junho, bem chuvidinha, na meda faz farinha. 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Adagiário CCCIX


Três coisas enganam o homem: as mulheres, os copos pequenos e a chuva miudinha.

sábado, 27 de julho de 2019

Meteorologias


Manhã orvalhada, de presságios tristes para quem escolheu Agosto como seu tempo livre.
Saio para a rua, ridículo, em camisa e de guarda-chuva preventivo, irmanado com outros avisados transeuntes matutinos. A menos que haja um milagre, lá se me vão as leituras na varanda a leste...
Desasado, até a bica no Café me sabe a Outubro.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Ludovico Einaudi : "Writing Poems"



Talvez um pouco monocórdico, mas assim coaduna-se melhor com a chuva que começou a cair...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Zbigniew Preisner - Rain



Parece que nos encontramos em situação de: seca fraca. Mas a próxima semana anuncia-se sem chuva, igualmente. O que me faz temer que, em 2019, se repita a situação que se verificou em 2017...

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Falsa partida


É com desconforto que vestimos o Verão, ainda com a visão matinal do ébano espelhado das ruas lavadas pela noite e dos caricatos guarda-chuvas abertos dos passantes. O gato preto e branco que, ainda ontem, se aquecia no tejadilho do automóvel estacionado já terá, com certeza, procurado outros abrigos mais seguros.
Eu próprio, retardado, espero uma aberta, sem saber o que vestir, para sair e comprar o jornal, que só por descuido anunciará a chegada do Verão.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

G. F. Händel (1685-1759), da Oratória "Salomão"

Para a chegada da chuva.
Intitulada "Chegada da rainha do Sabá", esta entrada vem de encontro ao regresso da chuva.
Até porque, ontem, e em Lisboa, apanhei uma molha de todo o tamanho... Que seja por bem!


E, cumulativamente, dedico esta alegre peça musical à Margarida Elias, que faz anos hoje!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

O que é a chuva?...


... - perguntarão as crias implumes desta Primavera, dentro dos ninhos, aos pais.
Porque as únicas aves que vi hoje, quando saí de manhã para comprar o jornal, foram três rolas, com ar desconsolado e penas desalinhadas, que se abrigavam, nervosas, debaixo da frondosa Árvore da Borracha, à beira da Escola. Criaturas saíam dos carros, canhestras, abrindo desabituados guarda-chuvas para enfrentar os pingos. Eu próprio me pareci ridículo, de camisa de manga curta, e desajeitada umbrela aberta.
É certo que desconfiei, ontem à tarde na varanda a Leste, ao ver as nuvens mudarem de direcção. Em vez do Sul-Norte, passaram repentinamente para o rumo Norte-Sul. Era um sinal da Natureza, pelos vistos, que eu não entendi. Mas, afinal, a chuva sempre veio, depois de tão longa seca.
E, assim, é uma boa altura para relembrar esse duplamente galego Dominguez Alvarez (1906-1942), embora nascido no Porto, pintor que se naturalizou português, em 1936, para escapar à Guerra Civil Espanhola. E que pintava muito bem, embora de modo agreste e melancólico, à Rosalía poeta, também ela galega. Ambos, dessa terra a que chamaram sem ossos, acima de Portugal...


domingo, 30 de abril de 2017

Discrepâncias e rectificações


Seja das alterações climáticas, do acaso metereológico ou dos desígnios caprichosos dos deuses, o facto é que este mês, que hoje termina, não fez jus ao seu célebre provérbio antigo: Em Abril, águas mil. Apesar da chuva nocturna que se prolongou, um pouco, ainda a manhã ia tenra. Mas foi só. Temem os agentes agrícolas, iniciaram-se já os fogos florestais e as barragens apresentam-se vazias ou quase. A escassez de água ameaça o futuro mais próximo, em Portugal.
É caso para dizer, rectificando: Em Abril, águas por um funil!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Variações por sobre os tempos que correm


Chove, miudamente. E parece que toda a semana há-de chover, num destino que Janeiro traz consigo.
Na Tabacaria iluminada, onde vou comprar o jornal e tabaco, um homem de meia idade e sorriso prazenteiro obstina-se em desejar Bom Ano!, a todos os entrantes. Digo-lhe que não o conheço, mas aceito, e agradeço. A empregada, afável, explica-me que ele faz isso com todos os clientes...
Decidido que está o sentido do meu voto, para 24/1, não me tenho preocupado, excessivamente, em presenciar e avaliar os debates entre os candidatos. Mas tem ocorrido que, entre os zappings que faço, tenha ouvido pequenas partes de alguns. Mornos e pouco empolgantes. Admira-me, no entanto, a feroz agressividade de alguns jornalistas-moderadores(?). Na melhor esteira das Marantes, das Guedes, dos Santos orelhudos, das Sousas... Intimidados, os presidenciáveis, até parecem tímidos e com sentimentos de culpa. E lá vão, constrangidos, debitando banalidades.
Dá-me para a nostalgia e para me lembrar do profissionalismo de Letria e de Maria Elisa, excelentes perguntadores que permitiam a conversa amena e o esclarecimento útil. A minha melancolia, no entanto, é capaz de vir da chuva... Que continua a cair, miudinha e persistente.

sábado, 11 de outubro de 2014

Adagiário CXCI


Chuva de sábado, nunca mais acaba.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Osmose (46) : com Cioran


Não chega a ser infelicidade, mas este cinzento contínuo, esta chuva que não pára, criam um estranho desconforto, a que o frio físico, intermitentemente, se associa. Só um inquebrantável optimismo pode fazer pensar positivo, porque no melhor dos casos, como a humidade, uma acédia ou melancolia vão-se insinuando no espírito, como a chuva vai ganhando corpo com a roupa, se saírmos.
Por isso, da leitura dos Cadernos de E. M. Cioran, se me destacam, de 4 ou 5 páginas, dois parágrafos, numa evidência mimética, quase inconsciente:
"...Dieppe, por volta da meia-noite, sob chuva: nas ruas desertas, visão de romance negro. Quase se tem medo, e se tem prazer de ter medo, tanto as sensações ressumam da literatura.
(...)
Chove. Este barulho regular no silêncio da noite tem o seu quê de sobrenatural. Pergunto-me o que faria se todos os seres desaparecessem e eu fosse o único sobrevivente. Creio que continuaria. ..."

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Adagiário CLX


Chova água, chovam dias, quem o paga é o Matias; água vá, agua venha, não se vai ao mato, vai-se à lenha.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Parece de hoje...


"...Há muitos séculos decerto, há muitos... Havia longos meses que chovia sem interrupção: cordas de água tombavam sobre a terra farta e túmida e as nuvens oleosas e prenhes atabafavam o mundo. A humidade era tão espessa que as plantas transbordavam e inchavam; o jorro da água interminável e claridade lúgubre e baça. Naquele solo, de húmus encharcado, as raízes alastravam: cada árvore era uma floresta, cada floresta um caos. ..."

Raul Brandão, in A pedra ainda espera dar flor (pg. 23).