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quarta-feira, 15 de julho de 2020

Rossini / Bartoli



Gostava muito de Rossini, na minha juventude, ainda hoje gosto muito de algumas Aberturas de óperas de sua autoria. Depois, sempre pensei que ele devia ser um bonacheirão bem disposto. Para além dum gourmet respeitável, e a ter em conta.
Respeito imenso, também, a carreira lírica de Cecilia Bartoli. E as suas investigações musicais.
Acrescentemos Perrault e depois os vários títulos: La  Cenerentola, Cendrillon ou Cinderela. Ou ainda, simplesmente, a nossa Gata Borralheira.
Em síntese, a sinopse, para quem não saiba. Poderia também falar-se da China, mas era muita areia...
Ora, oiçam lá este bocadinho!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Um CD por mês (10)



Talvez eu não tivesse sido o mesmo, em relação à Ópera, se não tivesse ouvido, na adolescência e na Póvoa, a voz inconfundível do tenor monegasco Alain Vanzo (1928-2002) a cantar a ária Je crois entendre encore da ópera Les Pêcheurs de Perles, de Georges Bizet (1838-1875), que me havia de encantar para sempre.
Apesar de, no canto lírico clássico, eu já me ter iniciado pelo barbeiro sevilhano de Rossini, mais estridente embora...


Em contraponto feminino mais antigo, Mirella Freni (1935) chegou logo a seguir, e Aafje Heynes (1924-2015). Fischer-Dieskau (1925-2012) veio também a  integrar as minhas preferências. Recentememente, Cecilia Bartoli (1966) ocupou um lugar destacado. E, como não podia deixar de ser, Maria Callas terá sempre um lugar cativo (1923-1977).


Da EMI Classics, estes registos são de 1954 (Norma), remasterizado em 1997, e da ópera de Gluck (1957), aperfeiçoado em gravação de 1998.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Onírica e cultural


Como se poderá atravessar a manhã, um falcão adestrado sobre a luva de couro grosso, até chegar à "Norma", improvável? Enquanto a brisa ligeira ilumina de brancura trémula as colinas (ou serão cortinas?) transparentes, que esvoaçam.
Para trás, o sonho lento da chegada, até dar com os conhecidos-amigos espectantes, ao de cima, no quinto andar, na realidade, há muito abandonado. Mas sei que levamos algo connosco, talvez livros bem pesados, dicionários, súmulas bibliográficas.
E, por isso, embora obstinado, o monta-cargas vai lento, criando em nós a dúvida da chegada, uma angústia leve de olhos semi-cerrados, para dizermos, alegre e simplesmente: bom dia!

terça-feira, 17 de abril de 2012

segunda-feira, 15 de março de 2010

Favoritos XIV : Norma


Completa-se com este "post" a trilogia sobre "Norma" de Vincenzo Bellini (1801-1835) que iniciei com as transcrições de Franz Liszt (1811-1886) executadas por Alfred Brendel. A ária "Casta Diva" é cantada por Cecilia Bartoli (1966).