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quarta-feira, 31 de maio de 2023

Pinacoteca Pessoal 194



Nascida em Buenos Aires, de pais italianos, Leonor Fini (1907-1996) fez uma boa parte da sua vida artística em França, onde veio a falecer. Rebelde e bissexual, foi uma das poucas mulheres pintoras da escola surrealista.


A pintora passou parte da sua  juventude em Trieste e Milão. Além de ilustradora de livros, Leonor Fini escreveu e publicou três livros, tendo sido amiga de Cocteau,  de Morávia e de Genet, a quem também retratou.






quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Ad usum delphini (6)


Não se pode pensar que, ao escrever num texto ou num verso uma palavra esbelta ou rica de sugestões, como Veneza ou Trieste, por exemplo, o nome de uma de uma praça ou rua turística de Londres ou de Paris (há que evitar a parvónia lusitana, em absoluto!), muito conhecidas, ou mesmo  a displicente inscrição de um autor célebre estrangeiro em moda, esse texto ou verso ganhe mais força ou qualidade intrínseca por essa citação ou referência. Diria que são os antigamente chamados, em círculos ou nichos considerados cultos:  fumos da Índia...
Mas há quem assim o julgue, numa fé absurda de mais valia ou nesta nova ignorância ( Pacheco Pereira dixit) ilustre, e fique fascinado com essa forma muito provinciana de fazer literatura. Ou literatice. (Que em blogues, também se encontra e usa.)
Por aí abundam bastos exemplos.
Cuidem-se!...


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Uma fotografia, de vez em quando (34) : Cecil Beaton


Abarcando temas tão diversos, como a moda e a guerra, o fotógrafo inglês Cecil Beaton (1904-1980) iniciou a sua carreira profissional na América, trabalhando para a Vanity Fair e a Vogue. Desta última, viria a ser despedido, em 1938, por ter legendado algumas fotografias de forma politicamente incorrecta...
Regressado a Inglaterra, cobriu documentalmente os resultados dos bombardeamentos alemães sobre a capital britânica. Não era um inovador, mas um clássico, o que lhe permitiu, de algum modo, vir a ser, informalmente, o fotógrafo oficial da família real inglesa. Mas não deixa de ser curioso o retrato em que fixou, de três ângulos diferentes, o poeta inglês T. S. Eliot.
O retrato de Cecil Beaton, que encima o poste, foi tirado por Louise Dahl-Wolfe.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Pinacoteca Pessoal 53 : Rex Whistler




Vida curta, obra de cariz conservador, arredia e inclassificável nas escolas de vanguarda da sua época, o legado artístico do pintor inglês Reginald John "Rex" Whistler (1905-1944) abrange desde a ilustração de livros a cenários para teatro, de murais interiores de palacetes a retratos notáveis, como o de Cecil Beaton.
Carreira promissora, pematuramente, interrompida com a sua morte na invasão da Normandia, em 16 de Julho de 1944. Na primeira pintura, em imagem, o seu auto-retrato, executado em 1924.