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sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Mercearias Finas 212

 
Os sabugos das unhas acabaram por ficar doridos, esbranquiçados do miolo das castanhas cozidas que fomos descascando depois do jantar: talvez 300 gramas, a que HMJ veio a juntar leite e uns pozinhos de noz moscada e, com a ajuda da varinha mágica, pulverizou na perfeição homogénea. Puré que há-de acompanhar as perdizes estufadas,  lá para o Natal. Porque lá diz o ditado: " quem vai ao mar, avia-se em terra."

domingo, 13 de novembro de 2022

Assim foi



Embora tardiamente no ano (razões da Natureza caprichosa, e em relação ao passado), este fim-de-semana, deu para provar, pela primeira vez, castanhas (cozidas) e para HMJ instalar a fabriqueta caseira para produzir, com desvelo, a geleia e marmelada das gamboas que o Telmo nos tinha fornecido da sua banca. Tudo saiu a contento, como se pode ver, e porque já as provámos, gulosamente.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Adagiário CCLXIX : Março (8)


1. Temporã é a castanha que por Março arreganha.
2. Quando Março sai ventoso, sai Abril chuvoso.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Primícias


Já vi e provei as primeiras castanhas assadas da época. Mas, depois de anos e anos (5? 6?...) em que o preço, por dúzia, se manteve a 2 euros, agora estão a vendê-las, pelo menos no Rossio e no Chiado, a 2,50 euros. Um aumento de 25%!... Mas estão muito boas, valha a verdade.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Fruta da época


A Norte, era em Novembro que os provava. Translúcidos ou densos no seu avermelhado tentador, mas alguns ainda travavam e deixavam sabor áspero na boca, durante minutos. Sempre gostei de diospiros, que ultimamente, para maior facilidade, como em chávena de chá e com colher, para melhor aproveitamento. Agora, pelo menos no Sul, chegam mais cedo. E, ontem, lá se foi o primeiro desta época. Bom.
Já só faltam as castanhas, mas, ao que me disseram, já andam a assá-las pela rua. Não perdem pela demora que, em as vendo eu, logo hei-de prová-las, também...

sábado, 17 de novembro de 2012

Teimosamente, e sem saída


Eu não conseguiria viver assim: clicando incessantemente, no computador, dia após dia, obsessivamente, as search words - "castanhas assadas" crónica maria judite carvalho. E, inutilmente, vir dar ao Arpose. Eu ia a uma livraria de referência, ia à Fnac, à Biblioteca Nacional. Se fosse crucial, tentava chegar à fala com Urbano Tavares Rodrigues, que ainda está vivo, ou com a filha, Isabel Fraga, poeta estimável, mas abandonava de vez o Google, ou qualquer motor de busca, que eles são sempre marretas e teimosos, e ajudam muito pouco.
Comecei, eu próprio, a ficar incomodado com este alguém obstinado e fechado no seu labirinto, e que procura, no ciberespaço, as castanhas assadas de Maria Judite de Carvalho. O sinal, na " linguagem de ervilhaca" (Camões) do Google, provirá de Ftima/Santarem, mas o cibernauta deve andar desesperado e acaba por vir sempre dar ao Arpose... Que seca, que tormento! Eu mandava tudo às malvas, ou abaixo de Braga e procurava, antes, umas castanhas cozidas, com um cheirinho de erva-doce - que ficam bem boas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

As castanhas miúdas


O homem é pequenino, velhote, mas simpático e usa uns óculos antigos que ficam embaciados com o fumo e vapor das castanhas, no assador. Um jovem, normalmente calado, vai-o ajudando. Talvez seja neto dele.
Como eu agora tenho mais tempo livre, comecei a criar novas rotinas de ócio e passeio. E, quase semanalmente, sou freguês e compro-lhe, no Largo, meia dúzia de castanhas. Mas, hoje, como me pareceram muito miúdas, acabei por dizer-lhe.
O velhote explicou-me, então, que os fornecedores, até Viseu, já quase esgotaram a castanha e, agora, tem que comprá-las na região de Bragança - quase o último reduto. E acrescentou:
"- Vai ver que são mais gostosas do que as graúdas, têm outro sabor..."
E o neto, que estivera calado até aí, acrescentou, muito sério:
"- É como a mulher e a sardinha, maneirinhas..."
Eu prometi que, na próxima vez, lhes daria a minha sincera e isenta opinião.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A cartelização das castanhas assadas


Cheguei a casa escandalizado. Então não é que os vendedores, de rua, das castanhas assadas, cartelizaram os preços!? Seja nos Restauradores, nas Portas de Sto. Antão, no Rossio, na Rua de Sta. Justa, no Chiado...estão todos a vendê-las a 2,00 euros/ a dúzia. Nem sequer uma diferença  de 2 ou 3 cêntimos, como honesta e humildemente, fazem as gasolineiras! Ainda para mais estes assadores de castanhas provocam, com o fumo, imensa poluição, nas cidades.
Será que a Alta Autoridade para a Concorrência não vê, nem se apercebe desta óbvia cartelização descarada?
Deste enorme prejuízo para os utentes, que não têm por onde escolher, sendo os preços todos iguais? Que a Alta Autoridade para a Concorrência seja branda e tolerante para com a Banca e as gasolineiras, ainda se compreende - são indústrias e negócios precários, frágeis, oscilantes e desprotegidos... Agora, que esta Instituição feche os olhos à cartelização óbvia dos assadores, da rua, é que eu já não entendo. Devia actuar impiedosamente, coimar e perseguir estes cartéis, diariamente, pelas ruas da cidade!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Recém-chegados


O fumo ou neblina aromática dos assadores de castanhas já flui e inunda o ar das ruas. Os diospiros (recuso-me a esdruxular a palavra, os puristas que me desculpem!) já fizeram a sua aparição nos expositores e bancas dos lojistas dos lugares. Mais cedo do que o habitual, e portugueses - dantes, só apareciam em Novembro.
Ao abrir a janela que dá para o rio, (19 horas de ontem), revoadas sucessivas de insectos quase me entram em casa. Dirigem-se para oeste, e são de dimensão média, quase grandes (libélulas?). Vêm do Tejo e as esquadrilhas parecem desesperadas e aflitas. Percebo, depois, que fogem dos bandos vorazes de estorninhos que volteiam em novelos intensos sobre as águas. Provavelmente de bico aberto para os (as) caçarem.
Uma temperatura ameníssima de Outubro paira ao começo da noite. Só o Verão se atrasou...para nosso agrado, de citadinos, para mal dos campos e da agricultura. Bragança já tem falta de água.