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domingo, 28 de agosto de 2016

Carnes


Ora, talvez por fastio de vegetais, frutas e verduras, por volta de 2 milhões de anos A. C., o homo habilis, nosso longínquo avô, principiou a esburgar a carcaça de alguns animais. E gostou.
Das vacas loucas recentes aos antigos cavalos vertiginosos dos tártaros (século XII), que permitiam recozer os bifes no seu dorso, vai toda uma história gastronómica do uso da carne na alimentação humana.
Sempre julguei que tinham sido os GI a levar o hambúrguer para os Estados Unidos, depois da II Grande Guerra. Mas L'Obs clarifica que foi no final do séc. XIX, levado por emigrantes alemães. Assim seja!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Preferências


Não me perturbou, grandemente, o recente escândalo do negócio das carnes europeias, chocou-me, sim, a ganância de alguns produtores a venderem "gato por lebre", ou seja, cavalo por bovino. Porque, embora mais doce, a carne de cavalo é tão boa como as outras, desde que manipulada correctamente, do ponto de vista sanitário. E é muito mais barata (cerca de 25% do custo da de bovino). Nos anos 60, em Coimbra, havia um larguíssimo consumo de carne de equino, creio até que era a cidade portuguesa que mais a consumia, na alimentação humana. Desconheço se, hoje, isso ainda se verifica. E se mantém a preferência.
O "Obs." (nº 2521) dedicou, a este momentoso problema, um extenso dossiê que tem algumas passagens que podem causar alguma repugnância, a estômagos mais delicados e, sobretudo, aos vegetarianos convictos. Mas, o que eu achei mais curioso e interessante, foi a diferença de gosto de alguns povos, pelas diferentes partes da carne de frango. Assim, os europeus são consumidores preferenciais de peitos de frango, enquanto os africanos priveligiam as coxas. E, pasme-se!, os chineses gostam, principalmente, das asas, patas, da pele e das cartilagens das carcaças... Ora, isto, só vem favorecer o trabalho dos produtores, na destrinça. E nada se perde...