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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Uma caneta e um provérbio (chinês)


A recolha é do livro Stylos, de que falei aqui, há dias.
Para quem não saiba francês, o ditado chinês poderá traduzir-se por: " A tinta mais pálida vale mais do que a melhor memória." E eu estou de acordo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sobre as canetas e outras formas de escrita


Nunca desprezei os lápis, mas para escritas mais singulares, de circunstância ou nobres, sempre escrevi com caneta que, nessas alturas, me parece imprescindível. Embora, no dia a dia, não seja esquisito e me baste uma qualquer esferográfica, para garatujar umas linhas. Confesso, no entanto, uma vulnerabilidade ou inconstância antiga e enraizada: há vezes em que gosto de escrita fina, outras, em que os traços me apetecem grossos - ninguém é perfeito.
Ora, sobre canetas, eu nunca vi nada tão bonito como este livro, de Judith Miller, que me ofereceram, há dias, e que ando a saborear com grande gosto.

com renovados agradecimentos ao ofertante e Amigo.