Nunca desprezei os lápis, mas para escritas mais singulares, de circunstância ou nobres, sempre escrevi com caneta que, nessas alturas, me parece imprescindível. Embora, no dia a dia, não seja esquisito e me baste uma qualquer esferográfica, para garatujar umas linhas. Confesso, no entanto, uma vulnerabilidade ou inconstância antiga e enraizada: há vezes em que gosto de escrita fina, outras, em que os traços me apetecem grossos - ninguém é perfeito.
Ora, sobre canetas, eu nunca vi nada tão bonito como este livro, de Judith Miller, que me ofereceram, há dias, e que ando a saborear com grande gosto.
com renovados agradecimentos ao ofertante e Amigo.