sábado, 31 de janeiro de 2026
2 livros
segunda-feira, 30 de junho de 2025
Teixeira Gomes
domingo, 16 de março de 2025
Pelo bicentenário camiliano
sábado, 31 de agosto de 2024
Diálogo de final de Agosto
terça-feira, 27 de agosto de 2024
Camiliana
domingo, 5 de maio de 2024
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024
Ironias
domingo, 5 de novembro de 2023
Variações
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
Bibliofilia 207
Escritor prolífico e de temáticas muito diversificadas (da poesia ao romance histórico, passando pelo ensaio), grande amigo de Camilo, de quem foi um dos primeiros biógrafos, Alberto Pimentel nasceu no Porto, em 1849, e viria a falecer em Queluz, no mês de Julho de 1925. Ao longo da sua vida editou mais de uma centena de títulos, muitos deles com interesse indiscutível.
Este Diccionario de Invenções (Lisboa, 1876), de ambição enciclopédica, foi pena que se tivesse ficado pelo volume inicial, ainda assim com 524 páginas, e inacabado pela palavra litúrgica "Extrema-unção", bem explicada, aliás como todas as outras contidas na obra.
Adquiri este meu exemplar, que se encontra em boas condições e encadernado, no início do século XXI, na rua do Alecrim (Lisboa). Custou-me 22 euros.
segunda-feira, 8 de maio de 2023
Da leitura (51)
Descontando do título, benevolamente até porque foi póstumo, o plágio do nome da obra de Camilo, Memórias do Cárcere, confirma a qualidade da escrita do romancista brasileiro Graciliano Ramos (1892-1953). Percebemos pela sua leitura a riqueza da realidade que absorve. O pormenor que não perde e perpetua. E se perceba, a quem atende com algum mínimo sentido crítico, a mediocridade do que se vai publicando, por entre aves de arribação, sacaduras e mãezinhas, dos coelhos brasucas, piercings e afonsos de hoje, uma outra fasquia de excelência, no passado recente da literatura de língua portuguesa...
sábado, 24 de setembro de 2022
Esquecidos (11)
domingo, 20 de fevereiro de 2022
Bibliofilia 195
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Divagações 177 (seguidas de uma curtíssima antologia)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
Antologia 8
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Um balanço pessimista
Camilo (1825-1890), em carta para Trindade Coelho, resume a sua obra nestes termos negativos: "Tudo quanto fiz cifra-se numa grande alcofa de brochuras inúteis, das quais apenas se colhe uma lição: - é que esse acervo de livros representa uma independência modesta em uma aldeia barata."
sábado, 9 de outubro de 2021
Bibliofilia 192
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
Do que fui lendo por aí... 39
É ponto assente, nas minhas referências memoriais, que o primeiro romance de Camilo (1825-1890) que li terá sido O Retrato de Ricardina. Para o 6º ou 7º ano, tive que ler o Amor de Perdição, mas não me lembro, com rigor, da impressão inicial que me deixou.
De há um tempo a esta parte, deu-me para reler alguns clássicos da nossa literatura. Assim fiz com Os Lusíadas, há uns 4 ou 5 anos, assim estou a fazer agora com a obra magna camiliana, tendo alcançado já as 85 páginas e finalizado o capítulo VII.
As impressões são várias. Da pungência custosa até à ironia divertida, da leitura empolgada ao tédio interpretativo, da admiração ao humor. Datado embora, não deixa de ser um grande livro.