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quinta-feira, 10 de março de 2016

Uma louvável iniciativa (51)


Completa-se finalmente esta colecção de lendas das terras portuguesas, promovida pelos Cafés Chave d'Ouro. O último pacotinho de açúcar sobre Vila Nova de Gaia (13/20), chegou-me hoje às mãos, através da parceria cordial do meu amigo AVP, que mo consegiu, e a quem, mais uma vez, agradeço.
No Porto de antanho, teria vivido um califa que tinha uma filha de nome Gaya. Quando casou, o pai ter-lhe-ia dado em dote uma pequena aldeia, no outro lado do rio... É esta a história. 

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Uma louvável iniciativa (50)


Com estes três penúltimos pacotinhos de açúcar, que acompanham o Café Chave d'Ouro, fica apenas a faltar-me o número 13/20, das lendas portuguesa, que eu não sei a que terra é dedicado.
Se a lenda de Fátima e Ourém (5/20) refere D. Afonso Henriques e a vila anteriormente chamada de Oureana (posteriormente, Ourém), que lhe pertencia, convoca também a moura Fátima, de quem o cavaleiro cristão Gonçalo Hermingues se enamorou. A açoreana terra de Rabo de Peixe (8/20) deve seu nome aos pescadores da zona que observaram uma luta entre dois peixes, tendo o peixe vencedor engolido o vencido, deixando apenas o rabo como vestígio da refeição... Quanto a Odemira (15/20), terá tido origem num alcaide mouro, de nome Ode que, ao ver as tropas cristãs avançarem para assaltar a povoação, através do rio Mira, terá gritado: "Ode, Ode, Mira!". Para alertar os seus companheiros árabes a defenderem-se.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Uma louvável iniciativa (49)


Creio que só me faltarão 4 lendas de terras portuguesas, das 20 que o Café Chave d'Ouro fez registar nas embalagens de açúcar da sua marca, que distribui. Concretamente, os números: 5, 8, 13 e 15/20. Porque, ontem, chegaram-me mais duas: a relativa à Serra da Estrela (14/20) e a referente a Vila Viçosa (20/20). Ambas falam de pastores. Um, que dialogava com uma estrela, outro, que descobriu uma imagem da Virgem, nas cercanias de Vila Viçosa...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Uma louvável iniciativa (48)


De Belas (19/20), que me convoca, histórica e cronologicamente, D. Pedro I, D. Duarte e António Nobre, para não falar da extinta romaria do Senhor da Serra, na Quinta dos Marqueses da dita vila, até à "piscosa" Sesimbra (10/20) que acabou a referenciar uma edição de "Os Lusíadas", passando pela suburbana Damaia (7/20) de pouca beleza actual e desordenada arquitectura, por aqui anda margem para lendas e sonhos de terras portuguesas. Que raramente excluem o amor, das narrativas. Pretexto que foram para o exercício da imaginação popular, na arte de contar, e que o Café Chave d'Ouro registou, e muito bem, em pacotinhos de açúcar.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Paternalismo por via administrativa


A notícia faz capa no jornal Público, de hoje.
As cafeeiras portuguesas embalam os pacotinhos com 6, 7, 8 e 9 gramas de açúcar para acompanhar a venda do café, consoante a torra, da sua marca, é mais carregada (à espanhola, como a Delta) ou mais leve (à portuguesa, como a Nicola). Pois agora a DGS, talvez porque não tem mais nada que fazer, decidiu propor ao governo uma redução para metade do açúcar nas saquetas... Exorbitou, quanto a mim, nas suas competências, por bizantinice.
Do meu ponto de vista trata-se de um paternalismo inqualificável e que revela uma visão infantilizada dos utentes. Uma autêntica ditadura administrativa sobre os consumidores de açúcar, e é por estes sinais que se vê como estes pequenos tiranetes burocráticos procuram formatar tudo à sua volta. Como se os utentes não tivessem vontade, nem cabeça ou tino. Ou não pudessem pedir 2 saquetas, no futuro, em vez de uma. Arre!, que são burras e pernósticas estas directorias-gerais.


Em post-scriptum e para desanuviar, aqui fica mais um pacotinho de açúcar, com a lenda de Coimbra (2/20), da série do Café Chave d'Ouro.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Uma louvável iniciativa (47)


Das terras e lendas de Amor e Segodim (6/20), em que entra D. Dinis, aos mouros de Abrantes (3/20), passando por Mumadona ou Dona Muma vimaranense, que teria vivido com seus filhos em Penafiel (4/20), tudo sai explicado, sucintamente, destes pacotinhos de açúcar. E deixei para o fim a lenda mais bonita, a de Machico (12/20), na Ilha da Madeira, com os seus dois apaixonados fugitivos, Ana d'Arfet e Robert Machim, ingleses. História que deu a Francisco Manuel de Melo (1608-1666) motivo para a sua terceira narrativa temática, ou Epanáfora Amorosa.
Um efusivo aplauso a estes pacotinhos de açúcar do Café Chave d'Ouro!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Miscelânea de açúcares


Ou não fosse esta época bem açucarada...
Para condizer, aqui vão mais três pacotinhos de açúcar, em medley, da Sidul e do Café Chave d'Ouro. Este último desastradamente aplicado à lenda da Costa de Caparica (11/20) que a empresa resolveu crismar de Costa da Caparica, erradamente, portanto. Uma maior atenção teria evitado a asneira...
Quanto à Sidul, os temas contemplados são a receita da Sangria à Portuguesa (10/12) e o Fado (11/12), que não tem receita...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Uma louvável iniciativa (46)


Ainda não é desta que fico a saber a origem de Sobradelo da Goma (freguesia da Póvoa de Lanhoso) que, pelo nome bizarro, eu costumo usar, metaforicamente, para denominar terra de fim do mundo... Mas, com mais estes dois pacotinhos de açúcar do Café Chave d'Ouro, fiquei elucidado no que diz respeito ao nome de Varatojo (17/20) e Bobadela (9/20). E me lembrei, com encanto, desse aventureiro e bravo António da Fonseca Soares (1631-1682), também apelidado Capitão Bonina ( ou, das Boninas), nas guerras da Restauração, que se homiziou nos Brazis, para não ser preso. E, regressado a Portugal, já perdoado, acabou por morrer, como Frei António das Chagas, em cheiro de santidade, no convento de Varatojo (Torres Vedras). Pelo meio, escreveu imensos poemas, os primeiros, quase libertinos, os últimos, quase sagrados.
E que não se diga que um pacotinho de açúcar não serve para nada...


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

(Adenda a ) Uma louvável iniciativa (44)


É o primeiro (1/20) da colecção dos vinte pacotinhos de açúcar dedicados, pelos Café Chave d'Ouro, às lendas das terras portugueses e que, nalguns casos, lhe deram o nome. De Ulisses, grego de nobre estirpe e incansável viajante, se chegou a Ulisseia (de que Gabriel Pereira de Castro fez o poema épico - Ulysseia), por duvidosamente ele a ter fundado; para se transformar na Olissipo romana e, mais tarde, ser a capital portuguesa, com o nome luso de Lisboa.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma louvável iniciativa (44)


Histórias singulares, as lendas nacionais personificam também, ou caracterizam a psicologia dos povos destacando, muitas vezes, a ingenuidade imaginária, mas também a bravura e o sentimento amoroso. Rocha Martins e Gentil Marques, em tempos não muito distantes, publicaram obras sobre essa temática tão interessante. Para não falar de Herculano e as suas Lendas e Narrativas.
Chegou a vez ao Café Chave d'Ouro chamar a si o tema, emitindo um conjunto de 20 pacotinhos de açúcar, diferentes, abordando lendas ligadas a algumas terras portuguesas. De Freixo de Espada à Cinta (nº 18) e D. Dinis, até ao saboroso Eu vi Ana no Castelo (nº 16), passando pelas duas bonitas meninas de Belas (nº 19), por aqui se contam, de forma sucinta, algumas histórias de encantar...

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Uma louvável iniciativa (20)


Mais 5 pacotinhos de açúcar com outras tantas expressões populares explicadas, numa iniciativa do Café Chave d'Ouro. Da série de 30, estas ocupam-se, pela ordem, das seguintes expressões:
2/30 - Em Lua-de-Mel.
8/30 - Entrar com o pé direito.
14/30 - O primeiro milho é dos pardais.
26/30 - Comer muito queijo.
29/30 - Dentada de cão cura-se com pêlo do mesmo cão. 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Uma louvável iniciativa (13)

Mais 4 expressões populares de origem talvez pouco conhecida, que aqui são explicadas, nos pacotinhos de açúcar que acompanham o café Chave d'Ouro. Pequena colecção de 30, estes são os números 1, 19, 20 e 21. Fica-se sempre a saber mais alguma coisa...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Uma louvável iniciativa (11)


Ainda mais duas expressões idiomáticas da série que tenho vindo a colocar, com os números 9 e 21/30. Se "Mal e porcamente" é retintamente portuguesa, já o "OK" vem de fora e, só indevidamente, poderá ser considerada expressão popular portuguesa, muito embora se tenha vindo a usar na linguagem do dia a dia.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Uma louvável iniciativa (10)


Mais dois pacotinhos de açúcar da série (nºs 4 e 17/30) com expressões idiomáticas portuguesas. Uma que terá tido origem no Terramoto de Lisboa de 1755, outra, de base cinegética. Vai-se aprendendo...

terça-feira, 29 de maio de 2012

Uma louvável iniciativa (9)


Mais 4 embalagens de açúcar, da série de 30, dedicada a "Expressões Populares" da  Língua Portuguesa, com a sua respectiva origem e explicação do uso.
1. "Levar um puxão de orelhas" (nº de série 3/ 30), expressão que reporta às Ordenações Afonsinas.
2. "Dar/ Receber luvas" (nº 6/ 30), que vem do tempo dos Habsburgos, em Espanha.
3. "Salvo pelo gongo" (10/ 30), oriunda de um costume inglês.
4. "Engolir sapos" (30/ 30), expressão que tem origem nas Pragas do Egipto, que a Bíblia refere.

para MR, que teve a ideia inicial.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Uma louvável iniciativa (7)


Mais um pacotinho de açúcar da colecção de 30, que o Café Chave d'Ouro, em boa hora, resolveu dedicar à difusão de expressões populares ou frases idiomáticas da língua portuguesa. Desta vez esclarecendo o significado da expressão: "Dar um lamiré". Aqui fica, para que conste.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Uma louvável iniciativa (4)


Gosto do café, mas ainda gosto mais desta iniciativa original de lembrar e explicar expressões idiomáticas da língua portuguesa, muitas delas de que quase já ninguém sabe a origem. Ontem, fiquei a saber as razões de mais duas. Uma delas vai reproduzida em imagem; a outra era: "Jurar a pés juntos". Transcrevo a explicação da sua origem, tal como vem no pacotinho do açúcar: "A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer a verdade."

sábado, 21 de janeiro de 2012

Uma louvável iniciativa (3)


Com a redução vocabular a que vamos assistindo em grande parte das novas gerações, apoio incondicionalmente estas ideias de propagar, explicando, expressões idiomáticas da língua portuguesa. Assim se perpetuam, na medida do possível, frases que já pouca gente conhece, ou que foi esquecendo, pela falta de uso. O pacotinho de açúcar tive que o usar, mas guardei a embalagem, para aqui dar notícia desta expressão "onde Judas perdeu as botas" que significa: longe, distante. A explicação vem, por palavras, na imagem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Uma louvável iniciativa (2)


Mais três "Expressões Populares" que me vieram à mão, através de embalagens de açúcar para adoçar o café. Dois dos pacotes vão em imagem, o terceiro, "Lágrimas de Crocodilo (choro fingido)", cuja explicação aqui vai, reza assim, na embalagem: "O crocodilo quando ingere um alimento, faz forte pressão no céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, enquanto devora a vítima, ele chora um choro fingido."
O primeiro poste, sobre esta louvável iniciativa das "Expressões Populares", foi colocado, aqui no Arpose, em 26/4/2011.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Uma louvável iniciativa



Hoje, ao tomar café depois do almoço, reparei que as embalagens do açúcar vinham com uma espécie de colecção de "Expressões Populares", indicando, também, o seu significado e a sua origem. É uma boa iniciativa, quando a nossa língua portuguesa anda tão abastardada. A colecção é constituída por 30 expressões populares diferentes. Das que usamos para adoçar o café, uma vai em imagem ("Feito em cima do joelho"), a outra é "Sem eira nem beira" que, segundo, o pacotinho de açúcar, significa: Pessoas sem bens, sem posses. E a sua origem, segundo a mesma fonte "doce": "No Brasil Colonial, as casas possuíam um telhado formado por três linhas de telhas sobrepostas com detalhes, chamados de eira, beira e entre beira, que serviam não só de adorno, mas também para distinguir as diferentes classes sociais. Assim, uma casa que não tivesse eira nem beira mostrava a condição humilde do seu dono."