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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Passeios Outrabandistas 5: Moinho de Maré - Corroios


O passeio de hoje surgiu a caminho e no final de outros afazeres menos prosaicos. Ao entrar na vasta área de implantação do Ecomuseu, a vista fixou-se no próprio edifício que, por fora e com a maré baixa, permite ver por onde a água passa ao encher a pequena baía.


Na entrada do edifício consta a data de 1725, embora o edificado remonte ao ano de 1403, pertencendo a iniciativa da construção ao Condestável D. Nuno Álvares Pereira, conforme documentação exposta no interior do espaço museológico.


Lá dentro, no rés-do-chão, somos recebidos por um diligente funcionário municipal, que fornece os muito didácticos folhetos acima reproduzidos e abrangendo todo o conjunto de espaços  culturais da Câmara Municipal do Seixal.


A imagem captou apenas um dos moinhos em exposição, para além do conjunto de cereais, identificados com os respectivos letreiros.


Por fim fica o convite para um belo passeio, fornecendo até um mapa para quem quiser sair da Fertagus, em Corroios, e deslocar-se, a pé, até ao Ecomuseu Moinho de Maré. Vale bem a pena, até pelos folhetos que nos oferecem.


Post de HMJ

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

3 constatações de ar livre, ao fim da tarde


1. Em dias de vento normal - seja lá o que isso for - no alto, bem alto, e para não dizer no altíssimo, que poderá ter conotações religiosas, os aviões vem do Oeste (Atlântico) em direcção ao Leste, mas guinam, subitamente, por alturas de Corroios, para Norte, baixando com suavidade.
2. Ao fim da tarde, as gaivotas, a meia altura, regressam da zona dos lixos (Terra), em esquadrilhas de 5 ou 6 e, ao contrário dos aviões, dirigem-se para ocidente (Mar). Para ir dormir?
3. As vespas e as andorinhas trabalham até tarde. Já passa das 21h00 e as andorinhas ainda zilram, pelo ar; enquanto as vespas se afadigam, laboriosas, a libar as folhas do limoeiro. Pergunto-me, ignorante que sou neste particular: será que as vespas também produzem mel? Se o fabricam, deve ser bem mais amargo e selvagem do que o das abelhas...