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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Previsões


Temas de que se vai ouvir falar e repisar, na comunicação social portuguesa, à falta de melhor assunto ou na ausência de imaginação por parte dos nossos jornalistas e comentadores, nas próximas duas semanas, e invariavelmente:

1. Coreia do Norte.
2. Catalunha.
3. Compra e venda de imobiliário em Lisboa.
4. Futebol, para não se perder o hábito.

Mas que tédio!...

quarta-feira, 16 de março de 2016

Ad usum delphini (3)


Parece que a Coreia do Norte se vende muito bem, na Inglaterra. Em livro, quer-se dizer, e quem sou eu para duvidar, se é o penúltimo TLS (nº 5892) que o refere, pela pena de Aidan Foster-Carter. Que, neste mesmo jornal, faz a recensão de nada menos de 9 obras 9!, sobre esse aberrante país asiático que vive em ditadura, há já três gerações. A crítica lê-se com agrado, até porque tem algumas picardias bem achadas. Compara, por exemplo, o presente ditador bochechudo norte-coreano, no seu visual, a um vilão do velho-estilo dos filmes de James Bond, mas com mau cabelo...
Mas esta vocação, das obras sobre a Coreia do Norte, para best-sellers, deve ser conhecida de alguns portugueses, com certeza. Ainda não foi há muito tempo que um nóvel novelista luso, perfurado no sobrolho, para lá viajou e publicou, em livrinho, depois, a sua experiência singular e arriscada... 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Os nóveis nautas lusos


É o que está a dar!
O Gonçalo, pioneiro, foi à Índia. O Peixoto, melífluo mas ousado, à Coreia do Norte. E o hugo mãezinha, mais atávico por causa da Família, ficou-se por mais perto: aproou à Islândia, que ainda fica na Europa.
E, depois, todos fizeram, em verso ou prosa, relatórios detalhados das suas navegações.
É comprar, meus senhores, é comprar!... 

sábado, 6 de julho de 2013

Luz e trevas, em metáfora fotográfica e real


Talvez, pelo menos, desde o séc. XVIII, que a luz e as luzes  eram sinónimo de conhecimento e mesmo sinal de beleza: Paris foi considerada, por exemplo, a Cidade da Luz. E, vista de cima, de avião, durante a noite, é realmente um foco de luz intensíssimo.
Daí que seja notório, nesta fotografia por satélite, da imagem, reproduzindo a Península Coreana, o contraste violento entre a luminosidade da Coreia do Sul e as trevas que escurecem quase totalmente a Coreia do Norte.
Numa flagrante metáfora da escuridão em que os governantes, desta ditadura  irracional e aberrante, mergulharam os seus concidadãos.

domingo, 26 de agosto de 2012

Política, poder e comédia: as sucessões e os colégios


Não sendo propriamento o método sucessório da Coreia do Norte ou da Síria, causa no entanto alguma estranheza que, num partido da esquerda portuguesa, o seu representante maior, ainda em exercício, designe ou sugira os seus substitutos futuros, e a sua entronização. Ainda para mais, numa escolha colegial: um homem e uma mulher. Não acredito na durabilidade de chefias bicéfalas e, muito menos, politicamente, em poderes colegiais. Ou se comem uns aos outros, ou um deles predomina inequivocamente, ou esse poder implode, mais tarde ou mais cedo.
Lembremo-nos de Roma e do seu triunvirato, recordemo-nos da ex-Jugoslávia que, territorialmente unida, poucos anos sobreviveu à morte do seu fundador, Tito. A sucessão rotativa e colegial, que lhe sucedeu, acabou por pulverizar o poder e acentuar as forças regionais. Com os resultados que sabemos, hoje. Mas também em relação à paródia, em grupos de cómicos, há sempre um que predomina. Nos Monty Python, o papa era John Cleese; nos Gato Fedorento, Ricardo Araújo Pereira é preponderante. Os restantes são figurantes, ou meros peões de brega.
É, por isso, que a solução bicéfala, proposta pelo Superior-Mor do tal partido da esquerda portuguesa, para mim, não colhe, nem se recomenda. A concretizar-se, vai apenas prolongar, por algum tempo, a implosão do poder no interior desse partido. Ou mesmo a sua morte pré-anunciada.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uma história (natalícia) para criancinhas impúberes e mentecaptas


As andorinhas, antes da Primavera e inesperadamente, vieram chorar a sua morte, junto do seu memorial. As montanhas do país abriram uma fenda enorme entre si (para o recolherem?), por alturas da sua morte. Tudo isto contou uma pivot norte-coreana, com voz enfática, entre empolgada e comovida, pouco depois da morte de Kim Jong-il, na Tv do seu país. Faltou apenas que os norte-coreanos, além de carpirem fragorosamente, arrancassem os cabelos e dessem punhadas no peito.
Resta-me citar Fernando Assis Pacheco: "...não posso com tanta ironia." Fanatismo e estupidez humana.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cegueira irracional e fanatismo humano


A fotografia, em imagem, ilustra à saciedade a patética massificação emocional e a tendência acarneirada do ser humano. Para lá da intensa repressão, da parafrenália simbólica quitche do regime e de um populismo inacreditável, a Coreia do Norte é, talvez, o país mais fechado do mundo. Além disso, a "dinastia Sung", que acaba de ascender ao "trono" em terceira geração, subverteu crapulosamente a ideologia comunista por uma versão caseira, repressiva e corrupta. O recentemente falecido Kim Jong-il era um grande importador dos melhores e mais caros vinhos franceses, enquanto cerca de 3 milhões dos seus concidadãos morriam à fome.
Só por via irracional ou por um masoquismo doentio podemos perceber e ver esta multidão acéfala e carpideira, desesperada pela morte de um tirano. Realmente, não há razão fundada para termos grandes esperanças no progresso e racionalidade do ser humano, em geral.