" A noção, o uso, abuso e apropriação pessoal do Tempo, como coisa nossa, é, possivelmente, das coisas humanas, a mais subjectiva.
Daí, a nossa benevolente, e alargadamente portuguesa, noção de compromisso. E o facto de nem todos sermos pontuais, nem sabermos respeitar o tempo dos outros."
Alberto Soares (1944).