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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

A propósito de blogues


 
Nem todos os critérios são iguais. Muito menos a exigência de cada um. Muitas das vezes percebe-se que a felicidade vem do rés do chão. E muita hipocrisia, ou simplicidade forçada, na pobreza dos comentários.
Como refere o ditado : "para quem é, bacalhau basta."

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Pérolas e corais


Por aí, pela grande net democrática e inclusiva, deparam-se-nos verdadeiras preciosidades, capazes de ombrear, senão ultrapassar as grandes prosas do hugo mãezinha, entre outros. Ora repare-se nesta colagem (justaposição) de 2 comentários que li (e aqui acasalei), feitos por diferentes criaturas, a propósito de um poste sobre o Dia da Mãe (que, coitada, não merecia isto, ainda que sem vírgulas...):
" Amei Obrigado pela partilha! Correram-me as lágrimas..."
E andam por aí tantos artistas irreconhecíveis a malbaratar os seus talentos!

sábado, 18 de janeiro de 2020

Desabafo (52)


Há quem saiba reflectir, quem saiba simplesmente pensar. Quem pense mal. Afortunados os que têm sentido crítico sobre o que vêem, pois se poupam a muitos disparates. Depois, há os blogues abaixo de cão, os comentários burros ou disparatados, que se colam a postes bem intencionados - há que ter paciência e caridade e não re-comentar. Dos pobres de espírito há-de ser o reino dos céus, diz a Bíblia.
Metafisicamente, e  por prudência, evitei falar no inefável partido livre (livre?).

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Críptica


Admiro os arrumados de leituras. Que eu não sou, volúvel por princípio e natureza. Ninguém é perfeito.
Noutra perspectiva, porém, abomino aqueles que não respeitam prioridades nas respostas em grupo e vão, ao sabor do gosto fútil, respondendo por impulso ou numa hierarquia pessoal anárquica, embora subjectivamente submissa a vagos valores, atabalhoando diálogos, reverências e conversas da treta.
Nos blogues, isto permite-me com clareza estabelecer a qualidade dos seus administradores.
A menos que eles tenham optado, em princípio, por não recomentar. O que revela prudência e resguardo. Ou, simplesmente, preguiça. E os abriga, assim, de serem  classificados na tabela da boa educação.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Recepção e interacção


Após a publicação de um poste, às vezes, pergunto-me que aceitação irá ter ou que tipo de comentários irá provocar. As minhas previsões saem praticamente sempre erradas. Mas há casos em que os resultados são demasiado insólitos e me parecem misteriosos.
Um caso curioso foi o ocorrido com o último da temática Filatelia (número de série CCXXIX) de 2/5/2019 que, dos 100 postes mais recentes, foi o mais visitado: 143 visitantes, até agora, muito embora só tivesse tido 1 comentário, mais o meu re-comentário.
Para termo de comparação, o poste da cantora francesa Zaz, de 1 de Maio, teve 50 visitas, mas colheu 3 comentários (acrescido de mais 3 meus re-comentários). Por aqui se pode ver a desproporção, bem como a baixíssima percentagem de visitantes a interagirem.
Num dos casos, nem sequer 1%, no outro, não chegou a 10% o número das reacções. A passividade  e o silêncio dos visitantes é de norma, pelo menos, por aqui. Muito embora eu creia, à partida, que a filatelia é um nicho que colhe poucos interessados. Mas neste caso parece que sucedeu, precisamente, o contrário... Porque seria? 

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Ideias fixas 18


Será que os blogues que não permitem comentários pertencem a administradores autocráticos? Ou apenas a gestores surdos?
O que, neste último caso, se concilia muito bem com alguns dos nossos visitantes que, insistemente, nos frequentam, sem deixar a mínima palavra de comentário. São os mudos da net...

sábado, 1 de setembro de 2018

Métodos


Serei formal, admito. Mas sou incapaz - ou não consigo - de lançar um poste novo, sem primeiro responder aos comentários que já existem, anteriores, no Arpose. Ou, até, de fazer comentários num outro blogue, sem primeiro re-comentar no meu. Será uma questão de princípios, talvez demasiado rígida, concedo. E tudo isso eu podia evitar se não achasse curial e humano, o diálogo com os meus estimados comentadores amigos. 
Mas, para mim, é também uma questão essencial de boa educação e ordem, arrumar por prioridades.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Retenções preventivas


Não sendo sinónimo de lápis azul ou de censura ditatorial, a retenção sanitária de comentários, em muitos blogues, deixa-me curioso. Se entendo essa precaução em blogues de temática ou natureza política, para evitar insultos e manifestações reaccionárias, ou alarvidades, em blogues neutros, não a percebo lá muito bem. Já vi essa quarentena explicada para evitar publicidade abusiva e frequente. Até parece que, nesse particular, o Arpose é um oásis, porque ela, felizmente, não aparece por aqui.
É certo que já tive que apagar alguns comentários (únicos, até hoje, em que exerci censura) de uma senhora louca, que me tomava por outra pessoa; também tive que suportar um impertinente e despropositado visitante, bem como uma dama arrogante que costumava comentar com tiradas poéticas de jornal de província, e que tinha o condão de me irritar solenemente. Mas, com alguma paciência e perseverança, usando de diplomacia selvagem, consegui afastar esses 3 comentadores, definitivamente, do Arpose.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Ideias fixas 16


A Sexta-feira é um dia de pré-preguiça. Nos blogues, só ultrapassado pelo Sábado, normalmente, com maior escassez de postes, visitas e comentários. O Domingo é, quase sempre, irregular: começa tarde, mas, às vezes, acelera ao início da noite, com algum frenesi recuperador.
(Não, não consultei o I. N. E., estas coisas, com alguma atenção são facilmente observáveis. Atávicas, no fundo. Só por distracção não damos por elas. (Com oito séculos de fronteiras inalteráveis, nós, os portugueses, somos todos muito parecidos ou iguais...))

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Blogues e Comentários, algumas observações polémicas ou politicamente incorrectas


Há palavras que são, inexoravelmente, finais e fatais num diálogo. Comentários a postes que barram a possibilidade de quaisquer acrescentos posteriores, de relevância útil. Pela inteligência dessa observação, definitiva, mas também, às vezes, pela estultícia despropositada do comentário desencontrado. Neste último caso, uma espécie de tiro ao lado, ao poste a que são dedicados. Que não tem em conta a questão essencial da postagem,  talvez por dispersão do raciocínio da visita, ou por que ela se concentra em minudências secundárias, que apenas fazem parte da moldura envolvente do assunto que se quis abordar. Também a ironia, de que se usou, pode tornar-se numa floresta de enganos, para o visitante distraido ou desprevenido. Há também outras origens para estes despropósitos.
Porque há muita gente que gosta de se ouvir, em vez de querer, honestamente, dialogar.
Frequento, com alguma regularidade, um Blogue de que não sou seguidor oficial. É feito por uma figura pública conhecida, que também frequenta jornais e canais televisivos, como cronista bissexto e comentador encartado de questões políticas. A menos que os postes que publica sejam de natureza reflexiva, as suas postagens, sobretudo de ordem política, concitam inúmeros comentários, maioritariamente, reaccionários, alarves e, algumas vezes, a rondar o insultuoso. Acresce o facto de serem anónimos, quase sempre. E de serem, como comentários, meros tiros ao lado, de baixo mau gosto... Mas também por lá existe muito comentador entusiástico e redundante, que aplaude sempre, seja o que for, em pura pose de subserviência activa e acrítica.
Por outro lado, o administrador desse Blogue, numa magnânima postura democrática (?) tudo permite e publica. Talvez para seu próprio gaúdio circense, numa pose altaneira de manipulador de marionetas. Não deixo, no entanto, de pensar que esse Blogue fica absolutamente diminuido em qualidade, por essas rémoras parasitas, que lhe sujam o dorso... Mas o Diplomata é que sabe, as linhas com que se cose, em sua casa.

terça-feira, 20 de março de 2018

Receita para esgalhar um comentário de sucesso


Cinicamente, Reinaldo Ferreira (1922-1959) escreveu um poema intitulado: Receita para fazer um herói.
Ora, é sempre vantajoso mostrar admiração, surpresa perante o tema e abordagem de um poste que se comenta. Uma ponta de ingenuidade ou ignorância é sempre bem-vinda, e ajuda. Qualquer tipo de sentido crítico, ou discordância, é absolutamente dispensável, mas o exercício de prosa poética, mesmo que deslavada e fruste, no comentário, revela caridade e é, quase sempre, acolhido com manifesta alegria incontida (e correspondente) pelo administrador do blogue. Evite-se, de todo, a ironia. Raramente é percebida, e pode gerar equívocos lamentáveis. Obrigando a explicações posteriores sempre penosas e redundantes.
É preferível ser banal e comentar sobretudo postes muito banais, e com muitas imagens. Pensar, na net, é quase sempre exorbitar. A simplicidade no ciberespaço é dominante e aconselhável, em nome dos bons costumes. Não convém perturbar almas, nem criaturas. O cinismo para com os inocentes é um pecado capital. E indesculpável, em absoluto. Daí os like, tão queridos do feicebuque.
Finalmente, evitem-se os palavrões, por ordinários, mesmo vindos de anónimos tímidos, a quem os pais tiveram vergonha de baptizar, por pudor e manifesta dignidade própria e humana, acautelando o futuro.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Feitios


Respondo, quase sempre, aos comentários dos meus estimados visitantes activos, embora isso não conste do Livro de Estilo do Arpose. E faço-o, muitas vezes, logo que me apercebo de um novo comentário, e imediatamente. Porque qualquer diálogo arrefece, normalmente, se os silêncios se eternizam na conversa. Perdem sabor, ganham bolor... Dir-se-ia que é uma questão de impaciência, da minha parte. Não é.
Mas percebo que as pessoas, ainda na vida activa, nem sempre tenham tempo para dialogar. E demorem horas e horas, e dias a responder. Ou, até, nem sequer re-comentem. E até admito que há comentários que não mereçam ou nem sequer tenham resposta.
Ora, no fundo, parece-me que é tudo uma mera questão de tempo ou de feitio.

sábado, 5 de agosto de 2017

Prece, propósito, ou um bom princípio


Deus me dê o comentário justo (quando o faço) e sincero (quando o recebo).

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Formulários, ou vade-mécum para comentários


Houve um tempo em que os CTT forneciam uma espécie de formulários (não sei se, hoje, ainda existem) de frases feitas, para telegramas. Destinado a pessoas menos inspiradas ou que tinham dificuldade na síntese de mensagens a enviar. Até porque uma boa parte dos telegramas se resumia a situações estereotipadas: enviar parabéns, mandar pêsames, desejar felicidades, anunciar partidas ou chegadas, remeter Boas-Festas...
Se repararmos, hoje, grande parte dos comentários, nos blogues por esse mundo fora, obedecem, também, a frases feitas, normalmente, pouco originais e, quase sempre, repetitivas. Não estou com isto a dizer que me exclua, eu próprio, deste pecado. Aqui vai, por isso, um vade-mécum colhido em alguns blogues, e por ordem alfabética, dos comentários mais habituais:
- Adorei!
- A fotografia é linda.
- Belíssima pintura.
- Fantástico!
- Gostei imenso.
- Grato pela partilha.
- Magnífica postagem!
- Muito bom, gostei.
- Muito bonito.
- Muito giros.
- Uma maravilha!
- Yes...yes..:-)).

P. S.: o beijinho (ou: beijinhos) entre senhoras, no fim do comentário, é fundamental.