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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

RTP Memória versus RTP 2



Esta repetição, na RTP 2, dos episódios policiais do jovem Montalbano têm-me dado água pela barba, até porque ainda me lembro (e não foi há muito...) dos pormenores, da primeira vez em que foram projectados. E, sobretudo, porque começo a estar farto das dislexias do agente Catarella, dos trejeitos adamados do Mimi Angelo e do dengue da Livia. E, assim, num zapping desenfadado fui dar a um episódio do Columbo (Peter Falk), na RTP Memória, onde me fixei até ao fim do episódio. Sendo que o Columbo segue as regras clássicas do policial, tal como S. S. van Dine as definiu e estabeleceu. E Andrea Camilleri, não as observava, normalmente.
Faltaram-me, é certo, os cenários maravilhosos da Sicília e a boa música da série italiana... Mas não se pode ter tudo. E, já agora, também podia dispensar alguns tiques expressivos e algo repetitivos do Columbo. Ninguém é perfeito realmente.

sábado, 8 de agosto de 2020

Filatelia CXXXVIII


No último epsódio da série Columbo, que a televisão está a retransmitir através da RTP-Memória, alguém perguntava a alguém se sabia qual era a primeira actriz de cinema que aparecera em selos do correio. E esse alguém, no episódio, respondia que fora Grace Kelly (1929-1982).
Claro que não fora como actriz, mas sim como princesa do Mónaco, ao casar-se com Rainier, em 1956, que Grace ganhara o privilégio de constar  na filatelia monegasca. Muita água passou depois sob as pontes, e as actrizes e actores passaram a aparecer, depois de mortos, naturalmente, nos selos de vários países. Na Inglaterra, França, E. U. A., Portugal, entre tantos outros.



Mas há um caso singular que se passou na Alemanha. Que, com outros profissionais de cinema representados, os correios germânicos quiseram celebrar, também, numa série de 2001, a conhecida actriz Audrey Hepburn (1929-1993).
Ora acontece que, de Audrey, constava a imagem em que ela aparecia no filme Breakfast at Tiffany's, baseado numa novela de Truman Capote, com uma longuíssima e elegante boquilha, a fumar. E logo as puritanas e politicamente correctas boas almas alemãs se insurgiram contra o despautério tabagista. Reclamando para os correios.
Que, respeitadores e obrigados, retiraram o selo de venda e circulação, como bons seguidores da ordem e moral públicas.
Só que, no entretanto, tinham-se já vendido 5 estampilhas com esse motivo e o selo tornou-se uma raridade. Há poucos anos atrás, um exemplar usado foi vendido, em leilão, por 135.000 euros!...  Até parece que o crime compensa.