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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Divagações 168

De policiais, ultimamente, tem sido um fartote, sobretudo em leituras. É certo que, de há muito, deixei de procurar encontrar as 20 sacrossantas regras clássicas de S. S. van Dine, em relação às tramas policiais, observadas já antes, escrupulosamente por Poe ou Conan Doyle, e já um pouco pervertidas, depois, por Agatha Christie ou Erle Stanley Gardner. A boa educação foi-se perdendo pelo caminho...


Com as duas pilhas (19 volumes da XIS e 21 da colecção Vampiro) que resolvi abater como se fossem torres, lendo-as, tive que abordar autores de terceira e quarta ordem (P. Chamber, Michael Underwood, K. Royce, Ben Benson, eu sei lá...) E, ao fim-de-semana, na RTP2, lá vem o jovem Montalbano com a sua Lívia, o Mimi e o Fanzio, em doses duplas coroar, pela Sicília, o remate dos enredos policiais.
A dar o tom, aqui fica a boa voz de Olivia Sellerio, numa canção da banda sonora da série referida.

sábado, 10 de outubro de 2020

Da leitura 39

Raramente deixo finalizar na despensa os policiais por ler.  Depois dum interregno alongado, tinha acabado de ler, há dias, um Rex Stout (Clientes a Mais, Vampiro 559) sofrível, que me demorou vários dias a finalizar, apesar do Nero Wolfe. Resolvi, por isso, jogar pelo seguro, no livro seguinte.


Calhou a vez a Agatha Christie (1890-1976) e à colecção XIS, da Editorial Minerva (nº 35),  intitulado Crime na Mesopotâmia, editado em 1943. A capa é de Edmundo Muge e a tradução de Baptista de Carvalho. A edição inglesa original saíu em 6 de Julho de 1936. E, menos de duas semanas depois (18/7/36)!, o TLS publicou uma crítica favorável sobre este romance policial.


quarta-feira, 6 de julho de 2016

Última safra


Ontem, foi um fartar vilanagem!...
Depois do almoço, uma caverna de Ali-Babá, desarrumadíssima, onde milhares de livros se desordenavam em prateleiras e no chão, ali para a Estrada de Benfica. Optei pelos policiais, acima, mais La neige était sale, de Simenon. Destaque para a capa de Jorge Colombo, no volume da Colecção Xis que, habitualmente, era ilustrada por Edmundo Muge. Esportulei 5 euros.

Já mais tarde, o meu Alfarrabista de referência. Que levara a efeito recentemente uma venda temática, no sábado passado e que eu preanunciara (poste "Última hora", de 30/5/2016). Foi muito falada esta quermesse. E concorrida. Até ocasionou artigos em jornais, com fotografias e tudo.

Deparei-me com os despojos da batalha, mas ainda havia alguns troféus. Porque ainda comprei uma primeira edição de  contos de Graham Greene, e algumas outras obras que me interessavam. Foram 15 euros bem empregues. E devo ter leitura para todo o Verão.
Hoje, não saio de casa, para evitar mais tentações...


sexta-feira, 16 de março de 2012

O gosto e o desgosto



Entre as capas, em imagem, medeiam apenas 30 anos. As da colecção XIS são dos finais dos anos 50, a capa do policial de Ruth Rendell é do final dos anos 80 do século passado. Mas a decadência estética, para mim, é notória. A mesma diferença que existe entre a qualidade dos Madredeus, por exemplo, e a boçalidade do Quim Barreiros - perdoe-se-me a comparação musical. Ou entre o grafismo cuidado, e o desenho rasteiro. Se Portugal, como eu defendo, melhorou muito nas estradas, na medecina dentária e nos vinhos, nos últimos 40 anos, a nível de capas de livros, tem vindo a atingir, em muitos casos, o supino da foleirice militante. São pormenores - dirão alguns - sem grande importância objectiva. Talvez...mas é o que faz a diferença.