sexta-feira, 12 de junho de 2026
David Hockney (1937-2026)
domingo, 6 de fevereiro de 2022
Apontamento 143: A História de um Rótulo
A História de um Rótulo – [Ideia/Conceito: Andreas Ganther/Thorsten
Kiss/Marcel Rahmati]
Vinho: Fabelhaft [Fabuloso] – Douro – Tinto – 2013
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Rótulo 1 |
Rótulo 2 |
Rótulo 3 |
Rótulo 4 |
Rótulo 5 |
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1 – A Constituição de
Colónia |
1 – Tudo na mesma |
1 – O que há de ser |
1 – Sempre correu bem |
1 – O que acabou, acabou |
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2 – Nada continua como
dantes |
2 – [Fabuloso] |
2 - [Fabuloso] |
2 – Não conhecemos, não
precisamos, lixo |
2 – Que fazer ? |
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3 – Fica bem, mas cuidado |
3 – Que conversa parva |
3 – Queres beber um copo ? |
3 – Partes o coco a rir |
3 – Ficha técnica do vinho |
Nota – As Figuras da História
são as conhecidas figuras Tünnes e Schäl o [António, o apalermado e o
vesgo], falando no dialecto de Colónia, usando máximas muito populares
O vinho foi comprado, há anos
em Colónia, num grande supermercado que tinha os vinhos de Dirk Niepoort em
promoção, com a presença do próprio.
Post de HMJ
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Idiotismos 46
domingo, 23 de dezembro de 2018
Recuperado de um moleskine (32)
Três pombas, um corvo, duas rolas nervosas e uma pêga terão sobrado da arca e procuram um lugar seco onde pousar... Um homem, no caiaque, tenta contrariar a corrente do Reno, com gestos aflitivos ou, pelo menos, desordenados. Só um grupo de patos selvagens assume, em tudo isto, uma postura calma e quase normal.
Como eu, depois, dentro do metropolitano aquecido me encaminho, já tranquilo, para Colónia.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Um museu à medida de Koblenz
E quero por aqui arquivar, por gosto pessoal, uma pequena paisagem fluvial de Turner, de 1842, que muito me agradou e surpreendeu.
Ora, foi assim que gastamos, culturalmente, a nossa Quinta-feira, matinal, com prazer e proveito, em Koblenz, sem Sol, mas também sem que a chuva nos incomodasse.
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Esquecimentos e omissões
No entretanto, as Academias vão lembrando, burocraticamente, os seus maiores, como lhes compete, mas estas evocações ficam restritas às suas instalações geográficas e não chegam ao povo, nem às gentes das ruas. Como nos cemitérios, as inscrições biográficas e afectuosamente saudosas vão sendo delidas, nas lápides votivas, pelo bater inclemente do Sol, diariamente. Até que já não podem ser decifradas, pelas omissões das letras.
Quantos poetas, quantos historiadores, quantos escritores, quantos nomes ilustres se foram apagando, no tempo!...
( Por isso, não foi sem algum cepticismo e alguma melancolia, que eu fui escrevendo estas palavras.)