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domingo, 27 de setembro de 2015

Entre a máxima e o humor


Uma nação desenvolvida não é um lugar em que os pobres tenham carro. É um país onde os ricos usam transportes públicos.

Enrique Peñalosa, ex-presidente da Câmara de Bogotá (Colômbia).

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Curiosidades 32


Com um objectivo semelhante, e generoso, ao das bibliotecas itinerantes da Gulbenkian, que tanto fizeram pela leitura em Portugal, em meados do século passado, este Biblioburro (que são dois, na realidade) é bastante mais artesanal e primitivo.
A notícia vem no último TLS (nº 5822) e refere que o colombiano Luis Soriano percorre, com os seus dois burros carregados de livros, os lugares mais sertanejos do seu país, promovendo leituras para as crianças. Muitas delas analfabetas.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pinacoteca Pessoal 22 : Botero


Menos que uma opção incondicional pela obra - que me deixa normalmente dividido - de Fernando Botero (1932), nascido em Medellín, a escolha de hoje aplica-se, sobretudo, à época natalícia que atravessamos. A marca do pintor colombiano, quer na pintura, quer na escultura, é o excesso. Não o excesso na desconstrução como se observa em Francis Bacon ou, até, em José de Guimarães, mas uma reconstrução no abuso dos corpos e na sua exuberância carnal. O feio em Bacon é o horror, o feio de Botero é, habitualmente, obesidade, como se uma raíz cristã o impedisse de ir mais longe.
A obra "Nossa Senhora de Cajica", de 1972, pertence a uma colecção particular. Nada mais contrastante que a boçalidade facial e corporal da Madona, com o tratamento miniatural, fino, da hagiografia circundante na ramagem ou nas nuvens, e as pequenas frutas delicadas. Singular é, também, a longa e sinuosa serpente, parcialmente visível, aos pés da Virgem.