Tocam sinos matinais, propagando-se no ar frio do primeiro dia de 2018.
O Silvester, como por aqui chamam ao último dia do ano, até contou com a Lua Cheia e o seu luar para, intermitentemente, intensificar a vista do fogo de artifício que, das casas particulares, se foi ouvindo e vendo, até ao auge da meia-noite.
Às 11h15, está Sol, mas até já choveu um bom bocado. Para o dia primeiro de Janeiro, os 12 graus positivos, que se respiram no amplo terraco da casa, representam uma benesse inesperada do Ano Novo. Pássaros aventuram-se até aos ramos despidos das árvores, e os corvos, crocitando, vigiam do alto.
E, como do meu rifoneiro já esgotei os provérbios alusivos aos meses do ano, assim reinicio e reabro o Arpose, falando do tempo - que é sempre um tema apropriado -, neste início auspicioso de 2018, em Koblenz.
Podem ir entrando, com o pé direito...
Às 11h15, está Sol, mas até já choveu um bom bocado. Para o dia primeiro de Janeiro, os 12 graus positivos, que se respiram no amplo terraco da casa, representam uma benesse inesperada do Ano Novo. Pássaros aventuram-se até aos ramos despidos das árvores, e os corvos, crocitando, vigiam do alto.
E, como do meu rifoneiro já esgotei os provérbios alusivos aos meses do ano, assim reinicio e reabro o Arpose, falando do tempo - que é sempre um tema apropriado -, neste início auspicioso de 2018, em Koblenz.
Podem ir entrando, com o pé direito...