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domingo, 21 de novembro de 2021

Descubra as diferenças...



Sou, a partir do meio desta semana, um dos portugueses que já tomou a terceira dose da Pfizer contra o Covid 19, antecipando as sequelas do Inverno que vem aí...
Se o local da vacinação foi o mesmo, no antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres, à Escola Politécnica, muita coisa entretanto se modificou das vezes anteriores. Para já, as chefias que baixaram de nivel de patente: de vice-almirante (Marinha) para coronel (Exército).
As filas de espera eram maiores, no exterior (felizmente, estava bom tempo) e no espaço para sermos atendidos. Alguma desorganização, lá dentro. As meninas da CML, com o anterior kit-Medina (fruta, bolacha e embalagem de água), tinham desaparecido, substituídas por marciais sapadores-bombeiros lisbonenses palavrosos, mas sem oferendas-Moedas para recobro. 
A airosa enfermeira das duas primeiras doses, foi também substituída por uma profissional de meia idade, de paupérrimas feições. Muito embora exercendo a tarefa com correcta competência - valha a verdade!
Mas que saudades eu tive, mesmo assim, dos tempos do vice-almirante...

sábado, 12 de junho de 2021

Actos clínicos

 

Por entre família vocabular, ao que parece, de entre zaragata e zarabatana, vem-nos a palavra zaragatoa, assim despudorada e intempestiva, com resquícios sugestivos de alguma agressividade associada. Obriga-nos a franzir o sobrolho, naturalmente, aquando do seu escarafunchar as nossas entranhas nasais em demanda do Covid 19. Cotonete mais crescido, o pequeno bastão fino é manobrado por enfermeira jovem, mas habilitada, para recolher indícios. E, no H. da O. T. de S. Francisco (Lisboa), este acto clínico, sem receita do médico de família (SNS), é tabelado a 100 euros por acção preventiva. Demora 10 a 15 minutos, na instituição franciscana...
E não me digam que não se pode fazer negócio com o bicho!?...

sexta-feira, 16 de abril de 2021

O SNS, no seu melhor


Já o sabíamos de há muito, em questões de eficiência, a ovelha negra do SNS é o sector administrativo e burocrático: ocioso, inútil-palavroso e, muitas vezes, tiranete. Sublinhe-se que as colaboradoras, embora telefonem, raramente atendem chamadas do exterior ou de potenciais pacientes.
O centro de vacinação, para o Covid 19, foi instalado no amplo espaço do Picadeiro do antigo Colégio dos Nobres, à Escola Politécnica, que foi adaptado com tendas, cadeiras, bem como enfermeiros e pessoal especializado. Este Centro abarca os habitantes das freguesias de Sto. António, Misericórdia e Estrela.
Tudo bem organizado e profissional. Tive a sorte de me calhar a versão Pfizer, da vacina. E pouco antes das 17h00, uma menina (que não se esquecia de dizer que era oferta da Câmara de Lisboa) oferecia, aos vacinados em recobro e vacinandos, um saquinho com embalagens de água lisa, bolachas de água e sal e uma maçã Gala. 
Chamei-lhe o kit Medina...

sábado, 26 de dezembro de 2020

Divagações 166


Numa das suas últimas entrevistas, reproduzida no JL especial editado aquando da sua desaparição do mundo dos vivos, Eduardo Lourenço (1923-2020), a propósito da morte, falava de números. Lembrei-me que, durante a guerra colonial (1961-1974), nos jornais portugueses e em local pouco destacado, quase diariamente, aparecia o número das baixas humanas, nos vários teatros de guerra. Em média era o número 3. Curiosamente, como agora com a pandemia, é um algarismo anónimo, embora muito maior, e descriminado por diversas alíneas, que aparece, quotidiano... 

O terrorista é agora o Covid-19, inimigo oculto e anónimo também, mas que parece ter uma personalidade própria, agressiva e letal. E que não conseguimos perceber se luta para ele próprio conseguir sobreviver ou se apenas pretende ceifar e ceifar, indiscriminadamente, apenas para destruir, cada vez mais, em números indiferentes e arrasadores, os seres humanos. Numa contabilidade impiedosa e cega. Mesmo que o nosso não fosse um tempo em que a economia predomina e submerge tudo, também assim a palavra cada vez perde mais espaço. Cedendo o lugar aos números. 

domingo, 5 de julho de 2020

Ideias fixas 57


Tenho extrema dificuldade, hoje em dia, em ler histórias da carochinha. Felizmente, os meus filhos já estão crescidos. E, infelizmente, a minha neta está longe.
Dei, há dias, por um autocolante, no chão da entrada do Teatro S. Luís (Lisboa), com uma reflexão sublime, que dizia: Vai ficar tudo bem. De quem terá sido este brilhante pensamento filosófico?
Do Medina, depois de vir de Meca? Da Pinta do pelouro cultural lisbonense? Do Quim Barreiros?
Tudo isto é de mais para mim, porque ultrapassa o limite da indigência mental permitida.
Já nos basta o dia a dia.

sábado, 23 de maio de 2020

America, first!


Sempre conseguiram.
Há vários dias seguidos à frente no número dos infectados, por Covid 19.
Logo seguidos pelo Brasil, Rússia e U. K..

segunda-feira, 6 de abril de 2020