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quarta-feira, 4 de março de 2015

Idiotismos 29


Os anos que eu levei até saber que o curioso toponímico Marateca (concelho de Palmela) poderia ter-se originada na simples expressão: Mar até cá...
Das cores dos cavalos, entre outras, conhecia eu, baio (crina e rabo pretos), de cor isabel (entre o branco e o amarelo). Mas quando dei pelo poema de Alberti, cantado por Ibañez (poste de 1/3/2015), estranhei o verso: "/Galopa, caballo cuatralvo/". Esclareci a dúvida num competente dicionário espanhol. Um cavalo assim, teria as quatro patas em pelagem branca. Quanto ao termo português (Quatralvo, que eu não conhecia) os 2 dicionaristas, que eu consultei, não coincidem inteiramente. Se Houaiss regista como cavalo com pintas brancas nas quatro patas, já Moraes refere: "diz-se do cavalo malhado de branco até aos joelhos". A Coudelaria de Alter, talvez melhor que os dicionaristas, pudesse resolver com rigor esta questão... 

sábado, 21 de agosto de 2010

Em sequência : a Coudelaria de Alter

Perdoe-se-me a qualidade do vídeo, mas, em português, foi o mais razoável que encontrei. Há coisas melhores, da Alta Escola Equestre de Viena, e da Andaluzia. Até há uma Sinfonia Ecuestre, de Manolo Carrasco, espanhol - algo interessante. Mas preferi ficar-me por Portugal... Como sempre, defendemos mal as nossas coisas. Mesmo as que são boas, originais e de alta qualidade.