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quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Ontem como hoje


A incomunicabilidade alarga-se a praticamente quase todos os grandes serviços públicos e privados nacionais, onde, muito provavelmente, refastelados nos seus sofás, os CEO's não querem ser incomodados com perguntas ou reclamações. A crónica de Clara Ferreira Alves vem na revista do Expresso de 15/12/2023.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Banca e bancos nacionais



Ao longo da minha vida trabalhei já com 6 instituições bancárias diferentes. Isso permite-me não ter grandes ilusões e chegar a algumas conclusões básicas, realistas e objectivas, que passo a expor:
1. A Banca, de uma forma geral, tem vindo a piorar a gama de serviços prestados aos clientes.
2. De um ponto de vista abstracto e burocrático, funciona mal e de forma prepotente e arrogante.
3. Os bancos não diferem muito uns dos outros, na sua mediocridade funcional, perderam a eficácia antiga (se alguma vez a tiveram...) e a única diferença (rara), ou excepção, são alguns funcionários (poucos) mais expeditos, simpáticos e capazes.

Passemos ao presente. Neste mês de Dezembro, e no pequeno espaço de dez dias, as caixas Multibanco engoliram-me dois cartões. Uma, do Santander, na rua Laura Alves (Avenidas Novas) e outra, do Millenium BCP, na região outrabandista. Nos dois casos por avaria da máquina e não por erro meu. O que dá para concluir que estes bancos não cuidam nem zelam pela manutenção e segurança dos seus equipamentos, como deveria ser.  A lei do menor esforço e a incúria profissional imperam...
Para cúmulo, a CGD cobrou-me, oportunística e abusivamente, 20 euros para a emissão do 3º cartão Multibanco. Reclamei e estou à espera da decisão, a ver se sou ressarcido da importância, do recurso superior do banco de Estado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

S. Valentim


Não deixa de ser curioso, ou irónico, que quase um ano depois de coabitação, os namorados tenham tido o seu primeiro grande arrufo, precisamente, no próprio dia deles.
Os padrinhos devem estar desolados...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ideias fixas 6


É, no mínimo, esquisita esta decisão ou aceitação da tutela da CGD que, para efeitos de gestão do banco público, permitam aumentar o número de administradores, mas se obrigue à diminuição do número de trabalhadores...
Nesta altura da idade do mundo é uma perfeita utopia ou uma ideia ingénua, de almas simples bem-aventuradas ou de políticos perversos, considerar que, no futuro, haverá mais empregos ou postos de trabalho.
Posto que, para mim, há ainda alguns ofícios que não têm grande razão de existir. Ou que seriam dispensáveis. Limito-me apenas a referir três: os curadores de arte e exposições, os gestores de conta bancários e os psicólogos. Todos eles são muletas redundantes de pessoas que não sabem governar-se por si. Ou que não souberam crescer nem ganhar e gerir a sua própria autonomia. Estética, financeira e humana, respectivamente.
Mas também é bem possível que estas malas-artes referidas, por várias razões, algumas delas obscuras, continuem a proliferar e a dar emprego, nessas funções decorativas...

domingo, 18 de maio de 2014

Dia Internacional dos Museus : dos fumos da Índia (ex-portuguesa)

Esta exposição (Esplendores do Oriente - Jóias de Ouro da antiga Goa) foi inaugurada a 16 de Abril e poderá ser vista no MNAA, até 7 de Setembro de 2014. O vídeo é suficientemente elucidativo sobre a sua importância. Fica a recomendação.

com os melhores agradecimentos a AVP.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Quotidiano simples e cru (não aconselhável a almas sensíveis)


Se seguirmos pela rua do Arco de Cima, havemos de chegar a uma praça vazia. O relógio de S. Vicente já bateu o meio-dia, há muito. O homem, de rosto muito desgastado pelas  rugas da vida, sentado na mesa da esplanada, lê, anota a lápis, e comenta, em voz alta, para o vizinho gordo e indiferente, o jornal desportivo, da primeira à última página - há quem passe a vida nisto, e seja feliz...
A feira que, às terças e sábados, é da Ladra, está vazia, mas a Praça é acariciada por uma luz outoniça e amena de morna brandura. A Márcia ciranda atenta e agradece, de cada vez que nos serve. Vai ter férias, mas não tem dinheiro junto que lhe dê para ir ao Brasil. Entretanto, há um crápula - leio no jornal - que se demitiu da CGD, incomodado com as Finanças.
Pela fotografia, vejo que engordou bastante: está nédio e luzidio - parece um porco. E está inchado de importância balofa. Volto a perguntar: por onde andarão as FP-25? A matança dos leitões também pode ser antes do Natal.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Será o BdP uma "off-shore"?


Considero uma injustiça gritante e uma falta de sensibilidade social o corte parcial, no ano que passou, do subsídio de Natal a uma larga fatia de trabalhadores e reformados portugueses. Penso o mesmo em relação ao corte do subsídio de férias e de Natal, em 2012, sobretudo porque, entretanto e por exemplo o Governo aumentou o número de administradores na CGD (de 7 para 11, creio), bem como arranjou mais 5 novos administradores para a EDP, talvez para pagar em mordomias a estes senhoritos, os serviços anteriormente prestados por eles, aos partidos no Poder.
Mas há mais. Vem, hoje, nos jornais que o Banco de Portugal, este ano, vai manter o pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos seus empregados... Então não comem todos? Ou será que o Banco de Portugal também é uma "off-shore"?