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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Pinacoteca Pessoal 114 (pouco canónica)


Deixemos os "bifes", que também cansam, com o seu brexit. Passemos aos teutónicos, que estão de pedra e cal, nesta caranguejola da CE. Até porque lhes convém, sobretudo a Leste...
Não me recordo como cheguei ao nome de Thomas Schütte, pintor e sobretudo escultor, nascido em Oldenburg (Alemanha), em 1954, presentemente a trabalhar em Düsseldorf.
Desenhos seus e aguarelas ilustraram alguns livros, mas foi através da escultura que o seu nome se destacou no panorama artístico germânico. Alguma ironia atravessa as suas obras, alguma preocupação figurativa, bem como o interesse pela condição humana contemporânea. Deixo em imagem a obra Mulher de Bronze III, executada em 1998, e ainda os Inimigos Unidos I e II, no Central Park, em Nova Iorque.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Apontamento 27: Cavar o fosso



Infelizmente, vai sendo hábito que tanto o Presidente da Comissão Europeia, como os seus Comissários, proferem discursos impróprios, até contrários aos princípios e o espírito do Tratado da UE, ofendendo os povos da Europa que, pretensamente, julgam representar.
A figura, ou criatura, em epígrafe deve interpretar, como virtual, um dos considerandos preambulares do Tratado da UE, que reza assim:
"Desejando aprofundar a solidariedade entre os seus povos". [sic]
Certamente, não leu, ou já não se lembra, do artigo 3º do referido Tratado, nomeadamente quando se pronuncia, de forma ofensiva, sobre as "pensões generosas" atribuídas em Portugal. 
Contudo, tal ofensa ultrapassa o limite do tolerável, quando ele concede a um dos seus directores, Jürgen Kröger, uma reforma aos 61 anos de idade. E, ao que parece, o dito director sai já com um novo contrato de "prestação de serviços" na carteira. 


Ora, os restantes funcionários da CE como a generalidade dos trabalhadores europeus, sobretudo os Portugueses, devem lembrar-se bem da cara deste senhor, sobretudo a maioria que tem de trabalhar mais uns aninhos até chegar à idade de reforma. Nem sequer interessa, nesta questão de princípio, a "pensão generosa" que o Sr. Kröger vai auferir. 
Interessa, sim, que este tipo de "solidariedade" aprofundará ainda mais o fosso entre os actuais dirigentes de uma instituição, criada para defender a paz, e os cidadãos europeus.

Post de HMJ