Mostrar mensagens com a etiqueta CM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CM. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 1 de junho de 2021

Inesperadamente



Custa-me a crer, mas ao não encontrar o Público na tabacaria, foi-me dito, pelo balconista, que, como no CM os jornalistas fizeram greve, o meu jornal se tinha esgotado, por opção secundária dos leitores. Não se admite, ainda para mais num diário de direita, politicamente, e no Dia Internacional das Crianças... Lá tive que comprar, por vício de leitura, uma folha de couve medíocre, ainda mais cara (1,50 euros), e cuja única vantagem é trazer o dobro dos Sudoku, para eu fazer.



domingo, 24 de junho de 2018

Nevoeiros


Ainda não vai há muito tempo... E este Domingo está um pouco nebuloso.
Para além disso, este anúncio de 1997 está na boa companhia e vizinhança do de Mestre Sane, o que só o dignifica na linhagem... Será que D. Sebastião também terá ido ao Castelo de Marvão?

terça-feira, 9 de maio de 2017

BB


O que lhe deve ter custado ter escrito para o CM ultimamente, ele, cuja pergunta sacramental, nas entrevistas, aos interlocutores, era: Onde é que estava no 25 de Abril?... Mas, como dizia Garrett: A necessidade pode muito... E um colega, jornalista também, esclareceu, em depoimento televisivo, que a reforma dele era uma ninharia e que Baptista-Bastos (1934-2017) nunca teve fortuna pessoal, e teve que trabalhar, quase, até à morte, que ocorreu hoje, para ir sobrevivendo. 
No único breve encontro em que falei com ele - erámos 4 - a uma mesa de A Velha Gruta, ao Camões, eram horas de jantar, e eu tive o azar de lhe gabar O Homem em Ponto (1984), conjunto de entrevistas, brilhantes e incisivas, a algumas personagens importantes da cena portuguesa. Ficou fulo... E terá dito qualquer coisa como: "...parece que ninguém se lembra dos meus romances e novelas..." Percebi assim, nessa altura, que esse grande jornalista português prezava, acima de tudo, os seus  trabalhos de ficcionista.