Mostrar mensagens com a etiqueta 2024. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2024. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de abril de 2025

Números

 


No ano de 2024, as editoras portuguesas produziram cerca de 20.000 títulos para o mercado nacional. No presente ano de 2025 a média de venda diária foi de cerca de 35.000 livros,  no primeiro trimestre, em Portugal. O jornal Público informa-nos ainda que o género mais procurado foi a literatura infanto-juvenil que representou uma cota de 35,6% da venda total.

Pergunto eu; será que as criancinhas e os juvenis conseguiram ler tudo isto?!

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

As incertezas da agricultura

 

Acabámos de colher, já tintadas, a segunda pior safra de azeitonas, deste ano de 2024, que consistiu em apenas 4 frutos, que não justificava sequer curtir, para uso doméstico. Comparada com o ano de 2023, com 162 azeitonas (o recorde de sempre, desde 2012), a presente "colheita" é de uma pobreza franciscana... Oxalá o próximo ano nos compense!

domingo, 10 de março de 2024

Votar

  

Completam-se este ano 55 sobre o meu primeiro voto, no ano de 1969, ainda em ditadura. Falhei uma única vez as eleições, nos anos 80, por estar doente. E nunca dei para o peditório dos nulos ou brancos, que me parecem uma bizarria inútil. Muito embora o meu voto deste ano me não despertasse um grande entusiasmo, sobretudo pelos causadores destas eleições antecipadas: os agentes menores (MP) e o fala-barato-mor (PR).
Votámos cedo, seriam umas 8h25 da manhã. E agradou-me muito ouvir a Presidente rejubilar para os companheiros da mesa (quando me devolveu o cartão de cidadão, depois de eu votar), dizendo: "Já temos 5%!"

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

domingo, 31 de dezembro de 2023

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

A todos, uma boa época natalícia

 


Aos Amigos, Comentadores e visitantes anónimos, que por aqui passarem, os melhores votos para o Natal de 2023 e para o  Ano Novo de 2024.