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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Há 3 anos



Em 2017, em Outubro, as salas de cinema londrinas propagandeavam, em grandes cartazes pelas ruas, as estreias do último Harry Potter e The Death of Stalin. Como eu já tinha passado a idade pueril, interessei-me apenas, e com curiosidade, por esta última película. O elenco prometia, mas o nosso programa estava muito sobrecarregado, para ainda poder ir ao cinema.
Às vezes, porém, as coisas de que gostamos vêm ter connosco - foi o caso! E, ontem, vi o filme, gostosamente, na televisão. Michael Palin compôs um Malenkov credível e Jason Isaacs um marechal Zhukov espampanante. Só foi pena que não tivessem engordado um pouco mais Steve Buscemi acrescentando-lhe 2 ou 3 verrugas no rosto, para ele compor um Nikita Kruschev convincente...
Dei por bem empregue o meu tempo: uma comédia negra que me fez rir e pensar. E que me permitiu concluir que ainda há bom cinema europeu. Esta co-produção anglo-franco-belga, dirigida pelo escocês Armando Iannucci fez-me ficar optimista.

domingo, 31 de dezembro de 2017

O que fica do que foi


Ao passear a vista pelos desaparecidos em 2017, no jornal de hoje, fiquei surpreendido por algumas figuras que pareciam ter morrido há muito mais tempo. Se o falecimento de Johnny Hallyday ainda me estava presente, na memória, por recente, a morte de Helmut Kohl (em Junho de 2017) parecia-me ter ocorrido há muito, num passado distante já muito obscurecido.
Nem tudo se pode arrumar na cave, fechando o saco, ou no poräo, se preferirmos a metáfora marítima. E, por outro lado, ninguém adivinha quem vai subsistir, verdadeiramente, por influencia, memória e imagem tutelar, nas nossas vidas, daqueles que väo desaparecendo. Como dizia Marguerite Yourcenar, só "o tempo, esse grande escultor" ditará os nomes que nos väo acompanhar, até um dia...

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Estão a curtir!...


A seca e as condições climáticas adversas deste ano de 2017 tiveram, como todos sabemos, consequências trágicas sociais em Portugal.
Bem como na agricultura, mas de diversa índole. Na região do Dão, por causa dos fogos monstruosos, perdeu-se grande parte da produção vinícola. Mas, por outro lado, no Alentejo e, sobretudo, no Douro, embora a colheita, nas vindimas, tenha sido antecipada e inferior à média, anunciam-se vinhos de grande qualidade, e prevêem-se algumas declarações de vintage no Vinho do Porto.
No plano doméstico, cá por casa, não podemos queixar-nos. O limoeiro da varanda a Sul, que perdeu, sem produzir frutos, todas as flores do Inverno, resolveu florescer pela segunda vez do ano, no início deste mês de Outubro, talvez pelas condições climáticas, e parece poder vir a dar 4 ou 5 limões, se tudo correr bem.
Mas o caso mais extravagante é que a pequena oliveira, da mesma varanda a Sul, mais do que duplicou a sua produção recorde, que estava em 49 azeitonas, no ano passado. No presente ano de 2017, a safra foi de 115 azeitonas rechonchudas e bonitas. Que (como se pode ver na foto) já estão a curtir!...

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Os sentidos do Nobel


Parece que a Academia Sueca voltou a privilegiar o olhar, em detrimento do ouvir.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A oliveira da varanda a Sul


Estão assim, já ligeiramente gorduchas para a idade e altura do ano... Lá para Outubro, hão-de ser curtidas com domésticos cuidados.
São cerca de 70, as azeitonas, difíceis de contar, por entre o emaranhado das folhas verdes, na varanda a Sul. E, provavelmente, 2017 será um ano recorde, na produção, porque o máximo da safra tinha sido de 49, no ano passado. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Adagiário CCLXV


1. Ano nevoso, ano formoso.
2. Ano de ovelhas, ano de abelhas.
3. Ano de beberas, nem de peras, nunca o vejas.


P. S. : A todos um bom Ano Novo de 2017!