Não se terá reparado mas, em 2012, creio que mal falei de limoeiros (agora temos 2), porque as coisas não andaram bem. Como dizia o Abade de Jazente:
"Tudo me anda ao revéz, do meu trabalho
Vingar não pude este anno o menor fructo,
Deu-me a ronha no gado; e ao campo enxuto
Faltou no verde Abril o fresco orvalho. ..."
A produção foi fraca, no ano que passou, mais por erro humano do que condições metereológicas. Fundamentalmente, a poda tardia e os limões terem ficado até tarde, na árvore, atrasando e prejudicando uma livre floração. Uma das pequenas árvores floriu por duas vezes: em Março (mas sem sobrevivência de frutos) e em Junho, com parca produção sobrevivente (5 limões).
Iniciou-se, hoje, a poda, retiraram-se os últimos frutos e vamos ter fé que, em 2013, as coisas agrícolas corram melhor. Porque até a oliveira, normalmente pródiga, agora na varanda a Sul, só produziu cerca de uma dúzia de azeitonas que, mesmo assim, se curtiram e comeram.
Entretanto, fiquemo-nos com a esperança futura e uma foto dos dias gloriosos e passados, de 2011.