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domingo, 25 de junho de 2023

terça-feira, 5 de abril de 2022

Revivalismo Ligeiro CCCIV


Uma veterana da canção francesa, Line Renaud (1928) que em breve (2 de Julho) completará 94 anos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Filatelia CXXXIXL

Creio que terá sido a Grã-Bretanha o primeiro país a aplicar tarjas fosforescentes nas estampilhas, para efeitos de controlo mecânico postal na correspondência. Isso aconteceu, inicialmente, no ano de 1969, sobre o selo da franquia 1sh. 6d., de Isabel II, que o catálogo Stanley Gibbons regista sob o nº 743 c., acima, em imagem. 


No decurso de 1975, os CTT de Portugal, fizeram uma experiência idêntica, imprimindo uma tarja fosforescente sobre 3.500.000 exemplares, dos 10.000.000 já emitidos anteriormente (13/5/75) da taxa de 1$50 da emissão comemorativa do Ano Santo. Seguiu-se a experiência sobre a série Europa na mesma taxa, bem como da FICC, XXX aniversário da ONU e Astronáutica (IAF). Os resultados foram considerados satisfatórios e o processo manteve o seu curso, até mesmo na emissão base Paisagens e Monumentos, sobre diversas taxas ($50, 1$00, 1$50, 2$00, 2$50, 3$00...).



Atendendo à percentagem, que foi tarjada, estes selos têm, hoje, um valor de catálogo muito superior aos exemplares normais. Sendo o mais caro o da série Europa, cotado por cerca de 60 vezes mais o preço do seu congénere sem a tarja fosforescente, do lado esquerdo da estampilha.

sábado, 12 de março de 2016

A propósito de suinicultura


Que a carne de porco está barata, é uma evidência. Claro que não incluo o porco preto, criado com bolota nos montados do Alentejo. E que curiosamente, em meados dos anos 70, os compradores das grandes superfícies desprezavam, argumentando que o bicho tinha muita gordura e carne com mau sabor... Depois, veio a moda. E o consumidor seguiu-a como faz quase sempre, cegamente, como os carneirinhos.
Mas o porco branco, o mais normal, é comprado pelas grandes superfícies, sobretudo em Espanha, e cada vez menos em Portugal. A aceitar a teoria da conspiração dos suinicultores lusos, os espanhóis estão fazer preços abaixo do custo, para rebentar com a criação portuguesa. Andam nisto, pelo menos, há três anos e vão continuar. Curiosamente, só agora a suinicultura portuguesa se resolveu a manifestar, em grande.
Mão da CAP, ressuscitando Rio Maior do ano 75? Não sei. Ainda não chegaram, porém, as tias-donas de casa a bater em tachos e panelas pelas ruas, queixando-se, neste caso, da falta de carne de porco. Nada se perde, tudo se recria, em momentos oportunos...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Se não é de 1975, ou por aí, "eu sou chinês" (C. do Carmo)

Até porque sou um fã(nático) do Cante Alentejano...e já era tempo!