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segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Revivalismo Ligeiro CCCXXXVIII


Em complemento do poste anterior, Amália Rodrigues (1920-1999).

domingo, 14 de julho de 2024

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Breve



A história conta-se em três penadas.
Falecido o poeta, foi depois o andar desocupado para se arrendar de novo, e num terraço, lá para as bandas de Benfica, foi deposto um caixote com livros de poesia de Armando da Silva Carvalho (1938-2017), o já ausente locatário. E alguém recolheu alguns exemplares, oferecendo-me um deles, amavelmente.
Só depois se nos deparou um mistério: o de estar assinado embora para (?) um anónimo, desde 1970, e destinado à Feira do Livro. Provavelmente, ASC fez o trabalho antecipado, e não vendou os livros todos, apesar do exemplar, que era de 25$00, estar remarcado a lápis para Esc. 20$00 (com 20% de desconto  da Feira).
Agruras de um poeta...


domingo, 3 de julho de 2022

Revivalismo Ligeiro CCCVI


Esta Canção de Madrugar, com 52 anos já, ficou-me na memória. E têm sido poucas as músicas portuguesas a ocupar esta temática no Arpose. A interpretação de Hugo Maia Loureiro (1944) integrou o grupo do Festival da Canção da RTP de 1970. Estive para fazer parte do júri de Lisboa e só circunstâncias familiares o não permitiram, vindo a sê-lo em 1971, em que votei em Menina, interpretada por Tonicha, muito embora houvesse um lobby muito forte que pretendia fazer ganhar o Cavalo à Solta cantado por Fernando Tordo que, aliás, também era uma bonita canção.
Não creio que Hugo Maia Loureiro fosse um intérprete de excepção, mas as palavras de Ary dos Santos e a música de Nuno Nazareth Fernandes contribuiram muito para a beleza desta Canção de Madrugar, que aqui fica registada na rubrica do Revivalismo Ligeiro, do Arpose, para quem não se lembre dela.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

sábado, 24 de fevereiro de 2018