Pelo pouco que sei, o AO de 1945 foi muito mais pacífico na sua aceitação, por ambas as partes (Brasil e Portugal), do que o actual, embora também tivesse tido os seus detractores. Mas Getúlio Vargas e Salazar terão tido, com certeza, uma influência pesada e dissuasora, quanto a eventuais veleidades...
Apesar de tudo, parece-me oportuno deixar por aqui, e da Revista de Portugal (Vol. VII - nº 39 / Dezembro de 1945), uma pequena amostra do AO de 1945, através do início do seu texto programático.
com um envoi muito especial a Artur Costa, em seu O Linguado.